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terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Origem do gótico

Catedral Notre Dame de Amiens

Catedral Notre Dame de Amiens

O gótico surge como fruto de um movimento iniciado na “Ile de France”, verdadeiro núcleo geográfico dessa arquitetura e também da escolástica.
Dali se irradia, tomando características locais, mas mantendo sempre seus elementos fundamentais.
Um circulo de cinquenta léguas, ou aproximadamente 330 quilômetros, traçado de Paris como centro, abarca senão todas as igrejas ogivais do primeiro período, pelo menos aquelas em que a arte gótica primitiva se manifesta com toda a exuberância e em todo o seu esplendor.

sábado, 6 de janeiro de 2018

Os Reis Magos

the_magi_henry_siddons_mowbray_1915-trc3aas-reis-magos“E, abrindo os seus tesouros, lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra” (Mt 2, 11).

A Igreja celebra a festa da manifestação do Senhor (Epifania) no dia 6 de janeiro, embora no Brasil ela seja festejada no domingo mais próximo.

O Catecismo da Igreja nos ensina que:

“A Epifania é a manifestação de Jesus como Messias de Israel, Filho de Deus e Salvador do mundo. Com o Batismo de Jesus no Jordão e com as bodas de Caná, ela celebra a adoração de Jesus pelos “magos” vindos do Oriente (Mt 2,1).

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Quando a Igreja celebra a Festa do Nome de Jesus?

Jesus“Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o Nome que está acima de todos os nomes, para que ao Nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos. E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é Senhor” (Fil 2, 9-11).

Depois da Oitava de Natal, a Igreja celebra a importante festa do Santíssimo Nome de Jesus, no dia 2 de janeiro. É uma festa muito importante, mas que às vezes passa despercebida.

Sabemos que segundo a Lei de Moisés, todo menino era circuncidado no oitavo dia e era o pai quem lhe dava o nome. São José teve a honra de ser encarregado por Deus para dar o nome ao divino Menino. O arcanjo Gabriel disse à Virgem Maria: “Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus” (Lc 1, 30-31).

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Por que o ano começa no dia 1º de janeiro?

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Quem consagrou o inicio do ano no dia 1º de janeiro foi a Igreja Católica. A vinculação oficial de Jesus ao seu povo e a Deus não ocorreu no dia do seu nascimento e sim no momento da sua circuncisão, na sua primeira manifestação pública. Na tradição judaica, esse rito de identificação da pessoa e de seu vínculo com Deus e Israel ocorria no prazo de uma semana após o nascimento. Quatro coisas tornaram esse dia mais solene: 1) José lhe impôs formalmente o nome de Jesus. Algo comparável ao registro de um recém-nascido num cartório, quando ele passa a ter existência civil e recebe uma certidão de nascimento. 2) O rito judaico da circuncisão impõe um sinal de carne, um corte, uma cisão, o começo de uma nova situação. 3) Nesse dia, Jesus começou a derramar seu sangue. 4) O dia 1º de janeiro corresponde à oitava do Natal, consagrada à maternidade de Maria como Mãe de Deus. Por essas e outras razões, a Igreja definiu o dia 1º de janeiro como o do início do ano, na sequência do Natal. E deslocou o início do ano do calendário romano de meia dúzia de dias em direção do Natal. É data universal. Tem até ISO.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Será que existe pré-embrião?

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Aqueles que são favoráveis ao aborto, ao uso de “pílulas do dia seguinte”, uso de células tronco embrionárias para fins terapêuticos, etc., se esforçam para impor à população o conceito de “pré-embrião”, como se o ser humano só passasse a existir após um certo número de dias após a sua concepção. Acontece que a ciência, cada dia mais, deixa claro que não existe o “pré- embrião”.

Mais de 200 cientistas e professores universitários espanhóis tornaram público, em 11 dez 2006,  um Manifesto discordando com alguns dos conteúdos do Projeto de Lei de Pesquisa em Biomedicina, que se debaterá na próxima quinta-feira no Congresso dos Deputados da Espanha. (Zenit. org – Valência, 11 dez 06)

A responsabilidade dos pregadores

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Ninguém prega em seu próprio nome, mas é enviado pela Igreja; então, o pregador precisa ser fiel à Igreja que representa.

Em suas homilias sobre os Evangelhos, São Gregório Magno (540-604), papa e doutor da Igreja, nos deixa uma profunda reflexão sobre a missão de todo pregador da Palavra de Deus. (Hom. 17,3.14: PL 76,1139-1140.1146).

Ele começa lembrando as palavras do Senhor: “A messe é grande, mas poucos os operários. Rogai, portanto, ao Senhor da messe que envie operários a seu campo. São poucos os operários para a grande messe” (Mt 9,37-38).

sábado, 23 de dezembro de 2017

A invenção do Natal

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Dra. Maria Luísa Leal de Faria

Universidade Católica

Sociedade Científica

O título deste artigo indicia, desde logo, duas limitações: em primeiro lugar, falar do Natal sob o ângulo das representações simbólicas, daí a palavra "invenção"; e depois situar essas representações num contexto específico, o século XIX inglês. No entanto, todos os símbolos comportam conteúdos, e os símbolos do Natal estarão, como espero demonstrar, associados a valores morais transmitidos ao longo de dois mil anos; e depois os símbolos que se popularizaram ao longo do século XIX em Inglaterra disseminaram-se pelo mundo e continuam a representar o Natal, e o espírito do Natal, nas sociedades contemporâneas.

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