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A Igreja e a sociedade

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por Marcelo Barros* A Sociedade atual e as Igrejas A sociedade contemporânea é marcada pela diversidade cultural e por seu caráter laical. Isso é bom e necessário para uma boa convivência de todos. De fato, não há sentido em uma religião querer dar normas morais ou pretender dominar a sociedade. No entanto, muitas vezes, o caráter laical da sociedade tem como expressão a tendência de restringir a religião ao âmbito privado da consciência de cada um. Isso vai contra a natureza de todas as religiões antigas que vêm de sociedades gregárias e se expressam sempre em formas comunitárias. Uma sociedade pluralista pode ser laica sem ser anti-religiosa e deve se abrir a todas as dimensões culturais dos diversos grupos, inclusive suas expressões religiosas. O importante é que todos os grupos religiosos se respeitem uns aos outros e se insiram na sociedade como colaboradores das melhores causas da humanidade. No caso das Igrejas cristãs, a proposta do evangelho é que os discípulos e discípula

Beata Francisca de Amboise, duquesa soberana da Bretanha, símbolo da santidade do feudalismo

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A Bem-aventurada Francisca de Amboise, viúva, foi filha dos príncipes de Talmont e viscondes de Thouars . Ao lado de seu esposo, foi coroada duquesa de Bretanha. Depois de viúva, professou na ordem do Carmo. (29 de maio de 1427 ‒ 4 de novembro de 1485). Fundadora do primeiro convento de carmelitas da França. Morreu em Nantes no convento carmelita que também ela tinha fundado. Foi beatificada pelo Papa Pio IX em 1863.

Santo Anselmo de Cantuária: herói na defesa da ortodoxia católica e da legitimidade face aos reis

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Anselmo nasceu em Aosta, Itália, filho do nobre Gondulfo e da piedosa Ermenberga. Entregou-se cedo à virtude, tendo muito sucesso nos estudos. Aos 15 anos já se preocupava com altas questões metafísicas e teológicas, e quis entrar num mosteiro. Mas os monges negaram-lhe a entrada, por medo de desagradar seu pai.

Hóstias consagradas em 1936 estão como se tivessem sido feitas ontem

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As hóstias consagradas há mais de 80 anos na âmbula de cristal em que são hoje adoradas Quando no domingo 24 de novembro de 2013 o bispo de Getafe, na região de Madri, D. Joaquín Maria López de Andújar y Cánovas del Castillo, comungou um pedacinho das hóstias veneradas como milagrosas, deu como julgamento canônico final: “Certifico que a forma que provei está como se tivesse sido feita recentemente”. Mas essa hóstia fora consagrada precisamente o dia 16 de julho de 1936, festa de Nossa Senhora do Carmo, dois dias antes do início da Guerra Civil espanhola!

O conde de Ostrevent: cruzado chamado ao Paraíso

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Anselmo II conde de Ostrevent, dito de Ribemont , e também Barbatus , possuia feudos que se estendiam pela Picardia (França) e Flandres (Bélgica). Foi o porta-estandarte de Godofredo de Bouillon, e embaixador dos cruzados diante do Imperador de Bizâncio Alexis Comneno que fazia um jogo duplo com os turcos.

Maravilhosa predileção de Deus para com o Japão

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26 mártires de Nagasaki. Em convento franciscano da Senhora das Neves em Praga Um minucioso e demorado trabalho de arqueólogos e especialistas da História permitiu reconstituir uma das páginas mais belas do Cristianismo. Trata-se da perseverança dos católicos japoneses durante mais de dois séculos a uma das mais desapiedadas perseguições religiosas que registra a humanidade.

Santo Odilon (III), leão pela causa da Igreja e escravo de Nossa Senhora

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Santo Odilon, abade de Cluny, foi exemplo de uma mobilidade e de uma resistência física pouco comuns. Viajava muito, com numerosa escolta. Jamais deixou-se reter, nem pelas neves abundantes, nem pelas chuvas diluvianas, nem pelos rios transbordados. É sempre ele que estimula sua tropa, submetendo-a às piores provas de coragem e de resistência. Verdadeiro condutor de homens, ele o foi nas estradas tanto quanto nos claustros. Ele o é ainda mais pela continuidade no esforço.

Santo Odilon (II), um abade que modelou a Cristandade

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Das palavras de Santo Odilon defluía a alegria. Quando contava qualquer coisa, era de tal modo vivo que nos forçava a rir. Mas ele, que prendia bem as rédeas, nos indicava logo um capítulo da Regra: “Detestar o riso estúrdio e cadenciado”. Ou ainda: “O monge não deve ser leviano e pronto a rir, porque está escrito: É o tolo que estoura a rir”. De um modo ou de outro, prendia nossa hilaridade, mas seu gozo espiritual nos havia sido comunicado e dilatava nossa alma. “Eu me esforçarei – dizia ele – por ser veraz antes que eloqüente. Nosso ministério não se pode permitir as pequenas glórias de um discurso pomposo. Nós nos esforçamos por ser, e não por parecer”.

Na SEMANA passada

Ostensório

Salmos: Para Dificuldades

Salmos: Bondade

Salmo: Para Meditação

Salmos: Para Louvor

Como se chama a mulher do fluxo de sangue (Mateus 9,12-22)?

Os Significados dos nomes dos “12 FILHOS DE JACÓ”