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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Por que os Papas serão canonizados?

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Os Papas João XXIII e João Paulo II foram canonizados porque a Igreja – depois do processo normal de canonização – conclui que, de fato, são santos, viveram conforme a vontade de Deus. Nós mesmos podemos comprovar a santidade desses dois gigantes da fé católica; nada mais natural e necessário que a Igreja – infalível nesta hora – os canonize.

A Igreja canoniza os santos porque sabe que eles no céu “intercedem por nós sem cessar”, como diz a Liturgia eucarística; e assim, antecipam a chegada da plenitude  do Reino de Deus. O povo católico sabe que os santos nos ajudam com suas preces e seus méritos diante de Deus, socorrendo-nos em nossas necessidades. Então, certa disso, a Igreja, usando da infalibilidade do seu Magistério, sobretudo do Papa, nos indica aqueles que já estão na glória de Deus intercedendo por nós. Já são mais de vinte mil. O povo católico sabe que o Santo Padre não pode errar quando assina o decreto de canonização de um santo, por isso, logo faz a sua imagem para venerar com devoção e pedir as graças a Deus por sua intercessão.

A Presença Real de Cristo na Eucaristia

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Desde que Jesus instituiu a Eucaristia na Santa Ceia, a Igreja nunca cessou de celebrá-la, crendo firmemente na presença do Senhor na Hóstia consagrada pelo sacerdote legitimamente ordenado pela Igreja. Nunca a Igreja duvidou da presença real do Corpo, Sangue, Alma e Divindade do Senhor na Eucaristia. Desde os primeiros séculos os Padres da Igreja ensinaram esta grande verdade recebida dos Apóstolos.

São Cirilo de Jerusalém (315-386) assim falava aos fiéis:

“Na cavidade da mão recebe o corpo de Cristo; dize Amém e com zelo santifica os olhos ao contato do corpo santo… Depois aproxima-te do cálice. Dize Amém e santifica-te tomando o sangue de Cristo. A seguir, toca de leve os teus lábios, ainda úmidos, com tuas mãos, e santifica os olhos, a testa e os outros sentidos (ouvidos, garganta, etc.)”

sábado, 22 de abril de 2017

De onde vêm nossas doenças?

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A dor é uma surpresa sempre. Por mais que se ensine que a dor é inerente à natureza, quando acontece em nós fazemos um alarde: por que aconteceu isso logo comigo?
Esse "logo comigo" é a expressão do nosso egoísmo, pois se fosse com os outros a dor não nos incomodaria.
A doença revela a fragilidade da natureza humana, mostra sua capacidade e seus limites. A grande luta da ciência está no prolongar a vida, no acabar com a dor, no extirpar as doenças.

Nossa Senhora da Saúde

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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Exame de consciência: caminho para crescer?

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Exame de consciência é um olhar para dentro de si, uma análise de tudo o que se fez. Faz bem descobrir as boas ações, perceber o valor das grandes e pequenas coisas que fizemos.
Faz muito bem descobrir também os erros, as falhas, as vezes que não conseguimos expressar-nos com bondade. Um momento que serve para agradecer a Deus e se valorizar mais. Outro olhar é uma oportunidade de encontrar o caminho certo, corrigindo erros e faltas.
Temos um costume de fazer exame de consciência para ver só os erros, mas é bom nos habituarmos a ver aquilo que fizemos de bom durante o dia. Quem não se analisa, não se conhece, não tem chance de mudar.
O silêncio e a concentração vão nos ajudar a percebermos nosso interior, vão nos ajudar na avaliação e nos fortalecerão nos princípios que devem orientar nossa vida.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

As devoções da Igreja para cada mês do Ano

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A Igreja procura santificar o ano todo celebrando a cada dia os Santos do dia, ou as festa e solenidades especiais. Mas também a cada mês do ano a Igreja dedica uma devoção particular. A escolha dessa devoção mensal é feita com base em algum acontecimento histórico ou alguma celebração litúrgica especial.

Essas devoções surgiram espontaneamente ao longo da vida da Igreja, e nem sempre é possível se determinar exatamente a data e o local de sua origem. E isto pode mudar de um país para o outro, dentro da unidade da Igreja respeitando a saudável diversidade; especialmente as diferenças culturais do Ocidente e do Oriente católicos. No livro “Orações de todos os tempos da Igreja” (Ed. Cléofas, 1998) você encontra orações para todas essas devoções.

Namoro e noivado: um tempo quente?

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Há muitos ganhos nos tempos modernos, ganhos de liberdade de se conversar sobre tudo, de facilidade de orientação, esclarecimento, abertura e menos tabus. Por outro lado, vemos como surgem problemas, exageros, deturpações e desequilíbrios que levam ao desrespeito total.

Os meios de comunicação abriram um leque de possibilidades de informação, mas colocaram também suas idéias secularizadas, seus valores sem consideração pela dignidade da pessoa humana e pelo Evangelho. Chamam a atenção sobre o prazer, sobre uma liberdade que não se compromete, sem nenhuma escala de valores, sem ética, misturando o transitório com os valores perenes. Assim joga a juventude em loucas aventuras pelas quais ninguém se responsabiliza depois.

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