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Mostrando postagens de Fevereiro, 2016

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Devoção ao PRECIOSÍSSIMO Sangue de JESUS

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Segundo o Santo Padre o Papa João XXIII, a piedade cristã para com Nosso Senhor Jesus Cristo tem-se manifestado no decurso dos séculos, através de três devoções aprovadas pela Igreja intimamente unidas entre si: ao Seu Santo Nome, ao Seu Coração Sagrado e ao Seu Preciosíssimo Sangue.Adevoção ao Preciosíssimo Sangue pode e deve manifestar-se:                1- Venerando-o no Santíssimo Sacramento, principalmente no momento da Elevação do Sagrado Cálice, na Santa Missa.

Sobre a Vida dos Primeiros Cristãos (Parte2)

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Martírio de São Cipriano (+258) bispo de Cartago Atas Proconsulares
“No dia décimo oitavo das calendas de outubro pela manhã, grande multidão se reuniu no campo de Sexto, conforme a determinação do procônsul Galério Máximo. Este, presidindo no átrio Saucíolo, no mesmo dia ordenou que lhe trouxessem Cipriano. Chegado este, o procônsul interrogou-o: “És tu Táscio Cipriano?” O bispo Cipriano respondeu: “Sou”. O procônsul Galério Máximo: “Tu te apresentastes aos homens como papa do sacrílego intento?” Respondeu o bispo Cipriano: “Sim”. O procônsul Galério Máximo disse: “Os augustíssimos imperadores te ordenaram que te sujeites às cerimônias”. Cipriano respondeu: “Não faço”.

Os primeiros escritores cristãos

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Após os escritos do Novo Testamento, houve, ainda no século I e no começo do II, os dos Padres Apostólicos (assim chamados porque estiveram em contato direto com os Apóstolos). Sobrevieram, nos séculos II/III, os Apologetas ou escritores que defenderam a fé cristã contra os pagãos e as primeiras heresias. Os Padres Apostólicos Dada a sua antiguidade, são muito estimados. Os seus escritos têm certa semelhança com os do Novo Testamento, a ponto que alguns chegaram a ser considerados canônicos (assim a Didaquê, a epístola de Clemente, a do Pseudo-Barnabé). Não escreveram tratados teológicos, mas geralmente cartas em língua grega, que abordam assuntos de disciplina, recomendam a unidade da Igreja e a autoridade dos Apóstolos. Eis os principais autores:

Os Primeiros Escritores Cristãos

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Após os escritos do Novo Testamento, houve, ainda no século I e no começo do II, os dos Padres Apostólicos (assim chamados porque estiveram em contato direto com os Apóstolos). Sobrevieram, nos séculos II/III, os Apologetas ou escritores que defenderam a fé cristã contra os pagãos e as primeiras heresias.Os Padres ApostólicosDada a sua antiguidade, são muito estimados. Os seus escritos têm certa semelhança com os do Novo Testamento, a ponto que alguns chegaram a ser considerados canônicos (assim a Didaquê, a epístola de Clemente, a do Pseudo-Barnabé). Não escreveram tratados teológicos, mas geralmente cartas em língua grega, que abordam assuntos de disciplina, recomendam a unidade da Igreja e a autoridade dos Apóstolos. Eis os principais autores:

A Igreja: Sua origem e sua natureza (Parte 2)

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2) At 2, 42-47: Quatro características assinalam a Igreja nascente: a fidelidade ao ensinamento dos Apóstolos, a comunhão fraterna, a  fração do pão e a oração. Isto quer dizer:– a Palavra de Deus e o pão sacramental fundamentam a Igreja de Deus; – esta é algo de institucional; é preciso obedecer aos ensinamentos dos Apóstolos; o Cristianismo não é algo que se possa viver isoladamente, na base de intuições particulares. O Cristão deve sentir-se membro de uma comunidade, selada pela fração e a partilha do pão (eucarístico); – a fidelidade dos cristãos a Cristo implica o respeito a um testemunho vivo (a Palavra viva dos Apóstolos, a vida e o agir da comunidade) mais do que a um livro. Os livros sagrados (Evangelhos, epístolas) são posteriores a essa fase da Igreja nascente; esta encontrava na Palavra proferida e vivida o seu liame e a sua luz ou o roteiro de sua fidelidade a Cristo.

Como foi o processo de beatificação de João Paulo II

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Os passos que permitiram o anúncioCIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 17 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) – A causa de beatificação de João Paulo II
começou mais cedo que de costume, mas o seu processo seguiu os passos normais
previstos para qualquer causa, confirmou a Santa Sé nessa sexta-feira.Uma nota
informativa da Congregação para as Causas dos Santos explica quais foram os
passos que permitirão elevar Karol Wojtyla aos altares no próximo 1º de maio,
domingo da Divina Misericórdia.

Dados Sobre a Igreja Católica

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Dados atualizados até 31/12/99– Relações Diplomáticas com 172 Países
-Foram criadas em 1999: 13 Sedes Episcopais
-5 Administrações Apostólicas, 6 Sedes Metropolitanas.
-Foram nomeados 164 novos Bispos, num total de 4439 no mundo inteiro.
Os Católicos no MundoHá hoje 6,002 bilhões de pessoas no mundo 1,045 bilhões são católicos17,4%; distribuídos da seguinte forma:
49,5% – América Latina;
27,8% – Europa;
11,4% -África;
10,5% – Ásia; 0,8% – Oceania
Católicos por Continente:América 63,1% de católicos;
Europa 41,4%
Oceania 26,9%
África 15,6%
Ásia 3,1%
Pessoas da Igreja4439 Bispos
404 626 Sacerdotes – aumento de 418 em relação a 98 – primeiro aumento desde 1978
264 202 Sacerdotes diocesanos
57 813 Sacerdotes religiosos
814 779 Religiosas professas
30772 Membros de Institutos Seculares
56 421 Missionários leigos
2 298 387 Catequistas
109 828 Seminaristas – aumento de 657 em relação ao ano anterior!Fonte: Anuário Pontifício 2000Cleofas

A Caridade da Igreja II

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Durante os séculos após a morte de Carlos Magno em 814, muito dos cuidados aos pobres, até então a carga das paróquias da Igreja, migraram para os mosteiros. Nas palavras do rei S. Luiz IX da França, os mosteiros eram “o patrimônio dos pobres”; o que sempre foi desde o séc. IV. Em cada lugar onde surgia um mosteiro, nos vales e montanhas, formavam-se centros de vida religiosa organizada com escolas, modelos para a agricultura, indústria, piscicultura, reflorestamento, proteção aos viajantes, alívio para os pobres, órfãos, cuidado dos doentes, e atividade cultural como já vimos.

Cientista incrédulo estudou 37 anos o Santo Sudário…

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…e hoje tem certeza: é autêntico!Barrie Schwortz: o descrente especialista em fotografia que se rendeu à evidência:
o Santo Sudário é autêntico!Barrie Schwortz é uma das maiores autoridades mundiais sobre o Santo Sudário. Como técnico em fotografia, ele participou no primeiro grande exame em profundidade dessa preciosa relíquia em 1978, na equipe do famoso Shroud of Turin Research Project (STURP).

Os 12 Apóstolos – Parte 2

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8) Mateus – Nos tempos de Jesus, o governo romano coletava diversos impostos do povo palestino. Pedágios pra transportar mercadorias por terra ou por mar eram recolhidos por coletores particulares, os quais pagavam uma taxa ao governo romano pelo direito de avaliar esses tributos. Os cobradores de impostos auferiam lucros cobrando um imposto mais alto do que a lei permitia. Os coletores licenciados muitas vezes contratavam oficiais de menor categoria, chamados de publicanos, para efetuar o verdadeiro trabalho de coletar. Os publicanos recebiam seus próprios salários cobrando uma fração a mais do que seu empregador exigia.

História da Igreja: De Leão XIII a Pio XII (1878-1939)

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A queda do Estado Pontifício permitiu mais livre exercício das funções do Papado. Os sucessores de Pio IX até hoje têm sido grandes vultos, respeitados internacionalmente. Estudaremos, neste capítulo, os quatro primeiros:
Leão XIII (1878-1903), Pio X (1903-14), Bento V (1914-1922), Pio XI (1922-39).

O Papa Alexandre VI

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(1492-1503) O Papa Alexandre VI é figura pouco feliz no conjunto dos Papas, visto que levou conduta de vida devassa mesmo depois de eleito Pontífice. Se, de um lado, se deve reconhecer isto, doutro lado é preciso observar que não promulgou um só decreto que contrariasse à fé e aos bons costumes. O ouro de Deus passou intacto por mãos sujas; não foi contaminado – o que atesta a providencial assistência do Senhor Jesus à sua Igreja. – É de notar ainda que os historiadores têm acentuado exageradamente os pontos sombrios da conduta de Alexandre VI como também os de sua filha Lucrécia Borgia.A sinceridade manda que se reconheçam as enormes falhas morais do Papa Alexandre VI (1492-1503), embora seja notório que os historiadores carregaram exageradamente as tintas do respectivo quadro. A fim de conceber uma noção objetiva e fiel do Papado de Alexandre VI, é oportuno, antes do mais, reconstituir o contexto histórico em que viveu tal Papa.

A Natureza chora

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Um grande testemunho sobre a Eucaristia

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A linda história de uma menina de apenas 11 anos de idadeAlguns meses antes de sua morte, o Bispo Fulton J. Sheen foi entrevistado pela rede nacional de televisão: “Bispo Sheen, milhares de pessoas em todo o mundo inspiram-se em você. Em quem você se inspirou? Foi por acaso em algum Papa?”. O Bispo Sheen respondeu que sua maior inspiração não foi um Papa, um Cardeal, ou outro Bispo, sequer um sacerdote ou freira. Foi uma menina chinesa de onze anos de idade.

Ainda o caso Galileu – EB (Final)

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e – Em 03/07/1981, o Papa João Paulo II nomeou uma comissão de teólogos, cientistas e historiadores, a fim de aprofundarem o exame do caso Galileu. Os resultados foram apresentados após onze anos, em 31/10/1992. Neste mesmo dia, 350.º aniversário da morte de Galileu, realizou-se sessão solene da Pontifícia Academia de Ciências. Do discurso que então proferiu João Paulo II extraímos os seguintes trechos (16):“Galileu rejeitou a sugestão de apresentar o sistema de Copérnico como uma hipótese, até ser confirmado por provas irrefutáveis. Tratava-se de uma exigência do método experimental, do qual ele foi o iniciador genial.” (Isto é, Galileu errou em seu próprio terreno.)

A Basílica de S. João de Latrão

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Padres para este mundo

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Padres para Nosso Século
Já se foi o tempo que o padre tinha prestígio na sociedade só por ser padre. Hoje chega enfrentando a desconfiança de olhares críticos que ficam na espreita para ver algum ponto fraco a criticar no seu agir e falar.

Ainda o caso Galileu – EB (Parte 3)

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Em 24/01/1616, em sessão do Santo Ofício, os consultores apresentam seu parecer sobre a controvérsia. Qualificam duas proposições: 1.º – Sol fixo. É considerada falsa e absurda do ponto de vista filosófico e formalmente herética, por estar em contradição com várias passagens da Sagrada Escritura, de acordo com o sentido literal e a interpretação corrente dos Padres da Igreja. 2.º – Rotação da Terra e translação em torno do Sol. Falsa e absurda, do ponto de vista filosófico, e errônea na fé. No dia seguinte, há uma reunião dos Cardeais, sob a presidência do Papa Paulo V, para avaliar o parecer dos consultores e pronunciar uma decisão. Foram tomadas duas medidas:

O Catecismo da Igreja Católica

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Aprovado pelo Papa João Paulo II, em 11 de outubro de 1992, e ninguém pode ensinar nada que não esteja em consonância com ele. É a norma da Catequese.
O Papa aprovou o Catecismo e apresentou-o à Igreja através da Constituição Apostólica Fidei Depósitum (O Depósito da Fé).
E ele nos pede que o Catecismo seja usado por todos, pastores e fiéis, assiduamente:
“Peço, portanto aos Pastores da Igreja e aos fiéis que acolham este Catecismo em espírito de comunhão, e que o usem assiduamente ao cumprirem a missão de anunciar a fé (…)” (FD).

São Pedro Canísio

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hoje, desejo falar-vos de São Pedro Kanis, Canísio na forma latinizada do seu
sobrenome, uma figura muito importante no século XVI católico. Nasceu em 8 de
maio de 1521 em Nimega, na Holanda. Seu pai era prefeito da cidade. Enquanto
era estudante na Universidade de Colônia, conviveu com os monges cistercienses
de Santa Bárbara, um centro propulsor de vida católica, e com outros homens
piedosos que cultivavam a espiritualidade da assim chamada devotio moderna.

Ainda o caso Galileu – EB (Parte 2)

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Citamos aqui D. Estêvão Bettencourt (Ref. 6, pág. 270): “Para estabelecer a atual teoria planetária, milhares de sábios e estudiosos contribuíram; assim as hipóteses de Copernicus, as medidas científicas de Tycho, as observações de Galileu, as leis formuladas por Kepler… Ainda durante cerca de cem anos depois de Galileu os argumentos antigos em favor do geocentrismo continuaram a Ter peso mais forte na opinião pública do que as razões aduzidas por Copérnico e Galileu em favor do heliocentrismo”.

A presença de Maria na origem da Igreja

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1. Depois de me ter detido nas catequeses precedentes e aprofundar a identidade e a missão da Igreja, sinto agora a necessidade de dirigir o olhar para a Bem-aventurada Virgem, Aquela que realizou perfeitamente a sua santidade e constitui-lhe o modelo.
É quanto fizeram os próprios Padres do Concílio Vaticano II: depois de terem exposto a doutrina sobre a realidade histórico salvífica do Povo de Deus, quiseram completá-la com a ilustração do papel de Maria na obra da salvação. O capitulo VIII da Constituição conciliar Lumen Gentium com efeito, tem o objetivo não só de ressaltar a validade eclesiológica da doutrina mariana, mas de pôr em evidência também o contributo que a figura da Bem-aventurada Virgem oferece à compreensão do mistério da Igreja.

A Inquisição

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História de uma Instituição controvertidaIntroduçãoUma das acusações que sem cessar se levantam contra a Igreja Católica é a de ter terrorizado os povos cristãos pela “sinistra instituição da Inquisição”. As incriminações proliferam em meio de uma ignorância histórica quase completa. Sem conhecimento de causa fala-se de inocentes perseguidos, prisões, torturas, fogueiras… Só a palavra Inquisição encurte misterioso terror. Nos nossos estudos sobre Galileu Galilei, condenado pela Inquisição Romana, sentimos a necessidade de aprofundar e esclarecer os conhecimentos sobre o órgão jurídico que tomou o caso do célebre pisano (Ver: Galileu Galilei é luz da História e da Astronomia. Editora Vozes).

Modelo da santidade da Igreja

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1. Na Carta aos Efésios, São Paulo ilustra a relação esponsal entre Cristo e a Igreja, com as seguintes palavras: “Cristo amou a Igreja, e por ela Se entregou, para a santificar, purificando”a no batismo da água pela palavra da vida, para a apresentar a Si mesmo como Igreja gloriosa sem mancha nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e imaculada” (Ef 5, 25-27).
O Concílio Vaticano Il retorna às afirmações do Apóstolo e recorda que, “na Santíssima Virgem, a Igreja alcançou já a perfeição”, enquanto “os fiéis ainda têm de trabalhar por vencer o pecado e crescer na santidade” (LG, 65).

Aprendendo a orar com os Salmos

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Apresentamos, a seguir, a catequese dirigida pelo Papa aos grupos de peregrinos do mundo inteiro, reunidos para a audiência geral. Queridos irmãos e irmãs: Nas catequeses anteriores, vimos algumas figuras do Antigo Testamento, particularmente significativas, em nossa reflexão sobre a oração. Falei sobre Abraão, que intercede pelas cidades estrangeiras; sobre Jacó, que, na luta noturna, recebe a bênção; sobre Moisés, que invoca o perdão sobre o povo; e sobre Elias, que reza pela conversão de Israel. Com a catequese de hoje, eu gostaria de iniciar uma nova etapa do caminho: ao invés de comentar episódios particulares de personagens em oração, entraremos no “livro da oração” por excelência, o Livro dos Salmos. Nas próximas catequeses, leremos e meditaremos alguns dos salmos mais belos e mais apreciados pela tradição orante da Igreja. Hoje, eu gostaria de introduzir esta etapa falando do Livro dos Salmos em seu conjunto.

O caso Galileu – EB (Parte 1)

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1. O MitoTrês séculos e meio de uma publicidade distorcida e laicista fizeram nascer o mito de que Galileu foi um “mártir da ciência e da liberdade de pensamento e a Igreja a costumeira inimiga da liberdade e do progresso humano”, comenta Cintra (1). Também transcrevemos o seguinte trecho, retirado de obra de Massara (2), página 28: “Não se tratou de um conflito entre ciência e religião, entre razão e fé, como uma certa literatura laica, claramente interessada, tem feito crer; mas de uma crise interna do organismo eclesiástico”.

O Século XI – Gregório VII

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A primeira metade do século XIOs primeiros decênios do século XI ainda foram humilhantes para o Papado; ver capítulo 19. O despreparo moral dos que subiram à cátedra de S. Pedro, em boa parte, se devia à intromissão de grupos estranhos, que lutavam entre si para manipular o Papado: os nobres de Roma e arredores, os príncipes de Espoleto e da Toscana, os Imperadores da Germânia. Não poucos dos Papas da época obscura da Igreja foram homens de vida digna e doutrina ortodoxa, sufocados, porém, pela ingerência de facções civis. – O povo de Deus tinha consciência dos males que afetavam seus pastores: as crônicas de Liutprando de Cremona, tidas como tendenciosas, dão a entender que entre os cristãos havia horror perante os insucessos do Papado; estimavam o Papa e percebiam o hiato entre o ideal e a realidade.

Inocêncio III – O apogeu do poder temporal

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Os antecedentesDeixamos a história do Papado em 1085, quando morreu Gregório VII. Após esta data, a Idade Média entra mais decididamente na sua fase ascendente, pois a Igreja está mais livre da ingerência do poder secular. Com efeito, os reis e nobres ainda tentaram entravar a reforma de costumes empreendida por Gregório VII mas não o conseguiram. Realizaram-se o 9º o 10º e o 11º Concílios Ecumênicos no Latrão (o 1º em 1123, o 2º em 1139 e o 3º em 1179) destinados a reafirmar a disciplina da Igreja e a autonomia do Papado frente aos Imperadores e nobres, que procuravam dominar a Itália (o reino de Nápoles e Sicília estava sob o domínio dos alemães, o que facilitava a estes o cerco do Estado Pontifício); os monarcas da época, embora professassem a fé cristã nem sempre se comportaram como filhos da Igreja, fazendo prevalecer os seus interesses políticos sobre os da ideal “Cidade de Deus”.

O Amor à Igreja

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Esta semana, vamos refletir sobre a Igreja, buscando afervorar o amor por ela. Começo por definir o que vem a ser a Igreja. Os Santos Padres, teólogos dos primeiros séculos, consideram-na Comunidade de fé e de caridade, dando a essa caridade o nome de ágape.

O Papa Bonifácio VIII

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Continuamos a história das relações do Papa com o poder civil do seu tempo. O século XIV foi de lutas político-religiosas, explicáveis pelo fato de que os Papas alimentavam o ideal da Cidade de Deus sob a hegemonia do Sacerdócio, desta vez, porém, sem contar com o ambiente mais ou menos favorável dos séculos XI-XIII. O fim do século XIII conheceu acontecimentos inéditos.

Igreja e Império no séc. IV

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5. Vimos que a era das perseguições à Igreja termina com a ascensão do Imperador Constantino (306-337). Examinamos agora a figura deste monarca e as marcas que deixou na história. Constantino e a Paz de MilãoConstantino era filho de Constâncio Cloro, Imperador Romano responsável pelo Ocidente da Europa. Subiu ao trono na Gália em 306, ao passo que seu cunhado Licínio ficou com a parte oriental do Império.

A Tradição da Igreja (Parte 1)

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O Magistério da Igreja extrai todo o ensinamento que dá aos fiéis, da Revelação Divina, que se compõe da Tradição (oral) que veio dos Apóstolos e da Tradição (escrita), a Bíblia.

É sobre essa Tradição (escrita e oral), com igual importância nas suas formas, que o Magistério assenta seus ensinamentos infalíveis.

Portanto, a Igreja católica não se guia apenas pela Bíblia (a Revelação escrita), mas também pela Revelação oral que chegou até nós. Sem esta última, nem mesmo a Bíblia existiria como a temos hoje, já que ela foi “berçada” ” como diz D. Estevão Bettencourt ” e redigida pela Igreja.

Clemente V – Avinhão e Viena

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Clemente V no trono papalMorto Bonifácio VIII, foi logo eleito seu sucessor Bento XI, (1303-1304), que fora o Cardeal Nicolau Boccassini, Bispo de Óstia. Começou sua vida eclesiástica como frade dominicano, chegando a ser Mestre Geral da Ordem. Conservou-se sempre manso e pacífico e, embora fosse fiel a Bonifácio VIII julgou dever trilhar outras vias. Com efeito; recordando-se de que era o representante daquele “de quem é próprio compadecer-se e perdoar”, absolveu o rei Filipe IV e seus cúmplices (exceto Nogaret) de todas as censuras; da mesma forma, os nobres Pedro e Tiago Colonna, que contudo não foram restaurados no Cardinalato. Rejeitou o pedido de adversários de Bonifácio VIII que queriam fosse aquele Papa condenado como intruso e herege num Concílio Ecumênico. Tendo intimado em vão os agressores de Anagni a comparecer diante de um tribunal, excomungou-os. Morreu, porém, em breve após oito meses e poucos dias de pontificado (22/10/1303 a 7/7/1304). A sua morte repentina ocasionou…

O papado e Luís IV

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(1314-47)O capítulo anterior descreveu a transferência do Papado para Avinhão (França em 1309, sob Clemente V. A influência do rei da França tendia a dominar os Papas. Os primeiros decênios do Papado em Avinhão foram marcados por sério conflito com o rei Luís IV da Alemanha.43 João XXII e Luís IVA Clemente V sucedeu, após um interregno de dois anos e quatro meses, João XXII (1316-1334), francês, de 72 anos de idade, apoiado pelos reis da França e de Nápoles.44 Era um prelado simples, dotado, porém, de personalidade enérgica, disposta a superar todos os obstáculos; dotado de extraordinária capacidade de trabalho, nunca deixou Avinhão; durante os dezoito anos do seu pontificado redigiu 60.000 documentos, que versavam geralmente sobre a administração dos bens da Igreja. Além disto, era muito interessado por questões teológicas. Teve que sustentar árdua controvérsia com os príncipes alemães.

Na SEMANA passada

15º Domingo do Tempo Comum – Ano C

Os Significados dos nomes dos “12 FILHOS DE JACÓ”

Lia - A Primeira Esposa de Jacó

Qual a distância do caminho de sábado, na Bíblia?

Genealogia de Jesus Cristo

Quem foi Teófilo citado em Lucas?

SETH - 3º Filho de Adão