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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Qual é a sua opinião?

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A natureza nos deu uma língua e dois ouvidos para que ouçamos duas vezes mais do que falamos. Como temos usados nossas palavras?

Uma das armas mais poderosas que Deus nos deu foi a palavra. Os filósofos dizem que elas “são mais fortes que os canhões”. De fato, pela Palavra o mundo foi criado por Deus. A partir do “fiat luz”, tudo começou a ser criado; começou o Big Bang, há 14,3 bilhões de anos.

A Carta aos hebreus diz que Jesus é o “Esplendor da glória de Deus, sustenta o universo com o poder de sua palavra” (Hb 1,3). Foi lançando no rosto do demônio por três vezes a Palavra de Deus, que Jesus o venceu no deserto. “Está escrito” disse três vezes ao Tentador e ele recuou. “Está escrito: Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Dt 8,3;Mt 4, 4). Pela palavra, Jesus curou cegos e leprosos, expulsou demônios, multiplicou pães, acalmou os ventos e o mar… ressuscitou mortos, amaldiçoou a figueira estéril (Mc 11,14).

Novena a Nossa Senhora de Fátima

peregrina-fatima2_1_1280_720Pedimos a intercessão de Nossa Senhora de Fátima pelas necessidades impossíveis

Santíssima Virgem, que nos montes de Fátima vos dignastes revelar aos três pastorinhos os tesouros das graças que podemos alcançar, rezando o Santo Rosário, ajudai-nos a apreciar sempre mais essa santa oração, a fim de que, meditando os mistérios da nossa redenção, alcancemos as graças que insistentemente vos pedimos (pedir a graça).

Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente as que mais precisarem.

Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós.
(Reza-se uma dezena de Ave-Marias em saudação a Nossa Senhora de Fátima)

Catedrais góticas: façanha técnica maior que a das pirâmides do Egito

Nave central da catedral de Reims, França

Por: Luis Dufaur

A técnica é definida pela Escolástica, da mesma forma que as artes, como“recta ratio factibilium”. Quer dizer, a reta ordenação do trabalho, ou também, a ciência de trabalhar bem.
Hoje, o mal uso da técnica, a empurra para produzir para além do que é bom, e espalhar instrumentos que afligem a vida dos homens.
Nos tempos em que o espírito do Evangelho penetrava todas as instituições, a técnica produziu frutos que vão além do tudo o que a Humanidade conheceu previamente.

Um milagre pela intercessão de São José

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Sempre fui devoto de São José, graças a Deus; e há muitos anos me recomendo a Ele diariamente, bem como a todos os meus caros. Sinto sua especial proteção em tudo o que faço. A Igreja presta a ele um culto de “protodulia” (primeira veneração), logo após o maior culto aos santos, a Virgem Mãe de Deus, que é “hiperdulia” (imensa veneração).

Com muito gosto escrevi o livro “O GLORIOSO SÃO JOSÉ”, por uma razão muito especial, uma graça extraordinária, que minha falecida esposa recebeu, no dia de sua festa de 01 de maio de 2002. Fiz esta promessa a São José de escrever este livro; graças a Deus já cumpri. Ali pude mostrar um pouco de sua glória e poder.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

As Dores de Maria

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Meditemos as “Sete Dores de Maria”, momentos martirizantes que ela viveu. Contemplá-las é haurir lições e graças preciosas. Santa Brígida diz-nos em suas revelações que Nossa Senhora prometeu conceder sete graças a quem rezar, em cada dia, sete Ave-marias em honra de suas dores e lágrimas. Eis as promessas:

1. Porei a paz em suas famílias;

2. Serão iluminados sobre os divinos mistérios;

3. Consolá-los-ei em suas penas e acompanhá-los em suas aflições;

4. Conceder-lhes-ei tudo o que me pedirem, contanto que não se oponha a adorável vontade de meu divino Filho e a santificação de suas almas;

5. Defendê-lo-ei nos combates espirituais contra o inimigo infernal;

6. Assistir-lhes-ei visivelmente no momento da morte;

7. Serão transladados desta vida terrena à felicidade eterna…

A primeira dor de Maria foi ouvir o velho Simeão lhe apresentar a “espada da dor” que iria acompanhá-la por toda a vida. A segunda dor foi seu desterro para o Egito, com José e o Menino, fugindo da perseguição de Herodes. A terceira é a perda de Jesus em Jerusalém, aos doze anos. Ao entrar no Templo, após três dias de procura aflita, ela diz: “Filho, por que procedeste assim conosco? Eis que teu pai e eu te procurávamos aflitos” (Lc 2,48). Na quarta dor Maria vive os tormentos da Paixão de seu divino Filho. Encontra-O no caminho do Calvário, flagelado, coroado de espinhos, esbofeteado, escarrado… Que mãe poderia aguentar tamanha dor? Na quinta dor, Maria vê Jesus ser crucificado, vê o sangue jorrar de Suas mãos e pés, a cruz ser levantada e participa da agonia indescritível de seu amado Filho, até a morte. É o golpe mais cruel e mais profundo da espada predita por Simeão. Quem poderia sofrer um martírio maior que este? Maria assiste a todo o requinte da malvadeza humana contra Jesus… “de pé aos pés da cruz” (Jo 19,25) e ali nos recebe como filhos. Ela nos deu à luz na dor do Calvário. A Nova Eva, a verdadeira Mãe dos viventes oferecia na árvore da cruz o fruto de seu ventre, para destruir o pecado daquela que ousou comer do fruto da árvore proibida. Na sexta dor, a Mãe recebeu nos seus braços o Filho morto, que foi descido da cruz por Nicodemos e José de Arimatéia (Jo 19,38ss.). Foi o preço do perdão a toda transgressão da lei divina; o preço de nossa salvação que Maria contemplava agora em seus braços. A sétima dor foi a da solidão da Mãe que deixou no túmulo o Filho amado. Nessas dores ela não desesperou e não se revoltou, perdoou os carrascos do seu Filho e aceitou submissa e obediente a vontade de Deus, a quem disse desde o começo: “Faça-se em mim segundo tua palavra” (Lc 1,38). Maria, como Jesus, bebeu até a última gota o cálice da dor e repetia com Jesus: “Pai, perdoai-lhes…” (Lc 23,34).

Ela que sofreu tanto na alma, conhece também o sofrimento de cada um de nós e nos ajuda a sofrer com a mesma dignidade com que ela sofreu, sem desespero.

Prof. Felipe Aquino

Maria no nascimento de Jesus

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O nascimento de Jesus foi todo cheio de dificuldades: a viagem longa de José e Maria grávida, a falta de uma casa para a criança nascer, a gruta fria de Belém, uma situação de dificuldade e de pobreza que já revela como era o reino messiânico: um reino sem honras nem poderes terrenos, que pertence Àquele que depois disse: “O Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça”(Lc 9,58).

São Lucas narra o nascimento de Jesus de maneira simples: “Maria deu à luz e teve o seu filho primogênito, que envolveu em panos e recostou numa manjedoura…” (Lc 2,7). A ação da Virgem é o reflexo da sua plena disponibilidade em fazer a vontade de Deus, já manifestada na Anunciação com o seu “faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38).

Maria – Nosso Modelo

MariaJesus2Ele olhou para a humildade de sua serva (Lc 1,48)

Maria é nosso mais belo e encantador modelo. No divino Salvador, desejo e ação eram uma só e mesma coisa; por isso, em sentido próprio, ele não pode ser nosso modelo. Mas nela o desejo – e seu desejo era Jesus (o Messias) – tornou-se perfeita ação: “Bendito é o fruto de vosso ventre, Jesus” (Lc1,42). Seus anelos atraíram à terra o Salvador e fizeram-no encarnar-se em seu seio virginal. Na ordem natural todas as diversas tensões buscam o perfeito equilíbrio; o mesmo acontece no domínio sobrenatural. Tudo tende para a polarização, tudo está em movimento.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

De que modo Maria também é a nossa mãe?

bomconselhoMaria é a nossa mãe porque Cristo, o Senhor, no-la deu por mãe. [963-966, 973]

<<Mulher, eis o teu filho!… Eis, a tua mãe!>> (Jo 19,27) Estas frases, que Jesus pronunciou a João da cruz, foram sempre entendidas como uma entrega de toda a Igreja a Maria. Portanto, Maria também é nossa mãe. Podemos invocá-la e pedir-lhe intercessão junto de Deus.

Fonte: YOUCAT

Influência da Virgem Maria na vida da Igreja

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1. Depois de ter refletido sobre a dimensão Mariana na vida eclesial, disponho-nos agora a pôr em evidência a imensa riqueza espiritual que Maria comunica à Igreja, com o seu exemplo e a sua intercessão.

Desejamos, antes de mais, deter-nos a considerar brevemente alguns aspectos significativos da personalidade de Maria, que oferecem a cada fiel indicações preciosas para acolher e realizar plenamente a própria vocação.

Maria precedeu-nos na via da fé: crendo na mensagem do anjo, ela é a primeira a acolher, e de modo perfeito, o mistério da Encarnação (cf. Redemptoris Mater, 13). O seu itinerário de crente inicia ainda antes do princípio da maternidade divina e desenvolve”se e aprofunda”se durante toda a sua experiência terrena. É audaz a sua fé, que na Anunciação crê no humanamente impossível e em Caná impele Jesus a realizar o primeiro milagre, provocando a manifestação dos seus poderes messiânicos (cf. Jo. 2,1″5).

Tudo por Jesus, nada sem Maria!

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POR PROF. FELIPE AQUINO22 DE MAIO DE 2015ESPIRITUALIDADE

Jesus fez tudo através de Nossa Senhora. Ele veio ao mundo por ela; ela lhe deu a natureza humana que fez do Verbo encarnado o sumo Sacerdote. Ela foi o paraíso do novo Adão, como disse S. Luiz de Montfort; ela o embalou em seus braços; ensinou-o a andar, falar, rezar e o preparou para a grande missão de Salvador da humanidade.

Por Maria Ele foi levado ao Egito, para fugir da fúria diabólica de Herodes, e ali o protegeu.

Por Maria Jesus começou os seus milagres, nas bodas de Canã da Galileia; a seu pedido, “quando ainda não havia chegado a sua hora.”

Maria o acompanhou em sua missão redentora e chegou até o Calvário com Ele.

Maria, Verdadeira Mãe de Deus

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Vejamos como a Santíssima Virgem é realmente Mãe de Deus. Para que uma mulher possa se dizer verdadeiramente mãe, é necessário que outorgue a sua prole, por via de geração, uma natureza semelhante (ou seja, consubstancial) a sua.

Aceita esta óbvia noção de maternidade, não é tão difícil compreender de que modo a Virgem Santíssima possa ser chamada verdadeira Mãe de Cristo, havendo Ela provido a Cristo, por via de geração, uma natureza semelhante a sua, ou seja, a natureza humana.

sábado, 27 de agosto de 2016

Maria é a Mãe da Igreja

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Maria é a Mãe da Igreja por ser a Mãe de Cristo, Cabeça da Igreja, que é o seu Corpo Místico, Maria é também Mãe da Igreja. Durante o Concílio Vaticano II, o Papa Paulo VI declarou solenemente que:

‘Maria é Mãe da Igreja, isto é, Mãe de todo o povo cristão, tanto dos fiéis como dos pastores’ (21 de novembro de 1964). Em 30 de junho de 1968, no Credo do Povo de Deus, ele repetiu essa verdade de forma ainda mais forte: “Nós acreditamos que a Santíssima Mãe de Deus, nova Eva, Mãe da Igreja, continua no Céu a sua missão maternal em relação aos membros de Cristo, cooperando no nascimento e desenvolvimento da vida divina nas almas dos remidos.”

A presença da Virgem Maria é tão forte e indissociável do mistério de Cristo e da Igreja, que Paulo VI no discurso de 21 de novembro de 1964 afirmou que:  “O conhecimento da verdadeira doutrina católica sobre a Bem- aventurada Virgem Maria continuará sempre uma chave para a compreensão exata do mistério de Cristo e da Igreja”. Conhecer Maria “segundo a doutrina católica”  é conhecer Jesus e a Igreja, pois Maria foi peça chave, indispensável, no plano de Deus para a Redenção da humanidade. “Na plenitude dos tempos, Deus mandou o seu Filho, nascido de uma mulher, para que recebêssemos a adoção de filhos” (Gl 4,4).

Aprendendo com Maria…

imagem461Maria é a mulher que na fé venceu todas as barreiras e foi coroada no Céu

Há um livro que nos ensina a viver como Maria: “Imitação de Maria”. São tantas as virtudes da Virgem Maria, que não basta um artigo para descrevê-las. Maria é Aquela que “achou graça diante do Senhor”, a cheia de graça divina: “Entrando o anjo disse-lhe: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo” (Lc 1, 28).

Por ter sido escolhida por Deus, desde toda a eternidade, para ser a Mãe do Seu Filho encarnado, a Virgem Maria foi concebida sem pecado original e foi assunta ao Céu de corpo e alma. São Luiz de Montfort disse que “Deus reuniu todas as águas e deu o nome de mar; reuniu todas as graças e deu o nome de Maria”. Ela é Mãe de Deus: “Donde me vem esta honra de vir a mim a Mãe do meu Senhor?” (Lc 1, 43), proclama Isabel, cheia do Espírito Santo.

Vamos refletir um pouco sobre o mistério da Ascensão de Jesus?

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“Meus irmãos e irmãs, é necessário que vos torneis comigo testemunhas da ressurreição de Jesus. Na realidade, se não fordes vós as suas testemunhas no próprio ambiente, quem o será em vosso lugar? O cristão é, na Igreja e com a Igreja, um missionário de Cristo enviado ao mundo”. Papa Bento XVI

A meditação do acontecimento divino da Ascensão de Cristo nos convida a refletir sobre a nossa vida de cristãos.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Oração para rezar no trabalho

shutterstock_74305498Está difícil aguentar as pressões e dificuldades do seu trabalho? Então esta oração é para você

Eu te agradeço, Senhor,

porque posso trabalhar.

Abençoa as minhas tarefas

e as dos meus colegas.

Dá-me a graça de conhecer-te

através do meu trabalho de todos os dias.

Ajuda-me a ser um servidor

incansável dos outros.

Ajuda-me a fazer do meu

trabalho uma linda oração.

Ajuda-me a descobrir no trabalho

uma possibilidade de construir um

mundo melhor.

Mestre, como o único que pode

saciar a sede de justiça,

concede-me a graça de

libertar-me de toda vaidade

e o dom de ser humilde.

Eu te agradeço, Senhor,

porque posso trabalhar,

e te peço que tua providência

se faça presente nas pessoas

que não têm um emprego digno.

Não permitas que falte

o sustento à minha família

e que, em cada lar,

haja sempre o necessário

para viver com dignidade.

Amém.

Fonte: http://pt.aleteia.org/2015/02/09/oracao-para-rezar-no-trabalho/

Oração à Sabedoria Eterna

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Peçamos a Deus a sabedoria que vem dos Céus!

Assim rezava São Luis de Montfort:

Ó Sabedoria divina, rainha do céu e da terra! Prostrado humildemente diante de vós, peço-vos perdão da minha ousadia em vir falar das vossas grandezas, sendo eu tão ignorante e pecador.

Peço-vos que não leveis em conta as trevas do meu espírito nem a impureza de meus lábios; e se porventura olhardes para elas, que seja para as destruirdes com o olhar dos vossos olhos e com o sopro dos vossos lábios.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Ajuda-me, Senhor, a dizer sim

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Marcado pela alegria do primeiro dom, o cristão não pode mais recuar. Sua sensibilidade, inteiramente inflamada, ajudou-o superar os obstáculos. Ele vai adiante, arrastado, empurrado. É então, que Deus surge. Não mais oculto por detrás dos outros, mas em plena luz. Pede que o recebe – e não num canto, não. Quer todo o espaço no homem e no que o homem faz. O cristão que O reconheceu, muitas vezes se evade pois sabe que, se Deus o apanha, vai pedir-lhe a oferta total, sem condições e sem reserva. Sem folga, sem descanso, o Senhor persegue o cristão para obter dele o sim que lhe divinizara a vida.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Prece de Cáritas –Vídeo

Oração dos Três Arcanjos

Sinal da cruz (1)
Ladainha de perdão (2)
Senhor tende piedade de nós
Cristo tende piedade de nós
Santíssima trindade que sois um só Deus tende piedade de nós (2x)

Tríduo de orações (3)
Pai Nosso
Ave Maria
Salve Rainha
Glória

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Dois milênios após a morte de São Paulo…

…restauradores descobriram sua mais antiga imagem

Descoberta mais antiga imagem de São Paulo

Arqueólogos no momento que desvendaram a pintura.

Em 19 de junho de 2009 foi descoberta a mais antiga representação conhecida de São Paulo. Ela se remonta ao fim do século IV.
Segundo informou a agência Zenit, foi localizada enquanto se praticavam escavações na catacumba de Santa Tecla, na via Ostiense, não longe da basílica do Apóstolo, fora das antigas muralhas de Roma.
Os arqueólogos limpavam com raios laser uma abóbada quando descobriram um exuberante afresco.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Resposta ao amor de Deus

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Há dois versículos na Bíblia que nos revelam de maneira clara quem é Deus. O primeiro deles é quando o próprio Senhor disse a Moisés: “EU SOU AQUELE QUE SOU” (Ex 3,14ª). Ser aquele que é quer dizer se aquele que existe, independente de qualquer causa. Existe por si mesmo; é incontingente, gera e mantém a vida de tudo o que existe fora do nada. Criou tudo sem precisar de nada. Essa é a majestade e o poder onipotente de Deus; por isso, somente Ele tem o direito de ser adorado. Os demais seres são contingentes.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Tu és a alegria do Senhor teu Deus

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Que verdade maravilhosa esta que o Profeta Isaias nos comunica: somos a alegria de Deus. O grande Padre da Igreja Santo Irineu já tinha dito por volta do ano 160, que “o homem é a glória de Deus”. Esta criatura tão frágil e tão grande é a glória e a alegria do Todo – Poderoso.

Mas como podemos ter certeza disso? Será que somos mesmo tão importantes para Deus? Será que a nossa existência pode mesmo afetar a sua alegria?

Sim, é a resposta. Vamos meditar.

São Paulo diz na Carta aos Efésios “que do alto do céu o Pai nos abençoou com toda a bênção espiritual em Cristo e nos escolheu Nele antes da criação do mundo” (Ef 1, 3).

O céu é o limite!

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De fato fomos feitos para Deus e para o céu; nada na terra nos satisfaz plenamente, e sempre queremos mais. Um velho professor me dizia que “ser rico não é ter muito, é precisar de pouco”. Esses dias li uma meditação na internet, não sei de quem, que me fez pensar. Começava com uma frase de Confúcio (551aC- 479aC): “Nada é bastante para quem considera pouco o que é suficiente.”

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Oração pedindo a proteção do Senhor

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Amabilíssimo Senhor Jesus Cristo, verdadeiro Deus, que do seio do Eterno Pai Onipotente fostes mandado ao mundo para absolver pecados, remir aflitos, soltar encarcerados, congregar vagabundos, conduzir para sua pátria os peregrinos, compadecei-Vos dos verdadeiros arrependidos; consolai os oprimidos e atribulados; dignai-Vos de absolver e livrar a mim (o nome da pessoa que tiver a oração), criatura Vossa, da aflição e atribulação em que me vejo, por Vós recebestes de Deus Pai todo-poderoso o gênero humano para o comprardes e, feito homem, prodigiosamente nos comprastes o Paraíso com o Vosso precioso Sangue, estabelecendo uma inteira paz entre os Anjos e os homens.

O Cristo desconhecido

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Há tempos li famoso poema inglês cuja essência desejo transcrever:

“A aldeia estava em festa. Naquele dia o Mestre ia visitá-la e se hospedaria em uma casa, ninguém sabia qual.

‘Oh, se viesse ficar aqui em casa!’, dizia consigo mesma uma mulher. E redobrava os seus esforços para limpar, arrumar e embelezar todos os recantos do seu lar. Queria prepará-la para receber o Senhor com toda a dignidade.

O Valor do sofrimento à luz dos ensinamentos dos Santos Doutores

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Texto utilizado como base na pregação ministrada no Acampamento Fortes na Tribulação na Canção Nova, dia 24/05/14.

O Valor do Sofrimento

Santo Agostinho:   Se a uva não fosse esmagada no lagar, não haveria vinho.

O Deus todo-poderoso por ser soberanamente bom, nunca deixaria qualquer mal existir nas suas obras se não fosse bastante poderoso e bom para fazer resultar o bem do próprio mal.

Deus não é de modo algum, nem direta nem indiretamente, a causa do mal moral.

É desígnio de Deus que toda alma desregrada seja para si mesma o seu castigo.

A cruz é uma escola.

Sofrer na fé

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“Em todas as circunstâncias, dai graças, porque esta é a vosso respeito a vontade de Deus em Jesus Cristo” (1Tes 5,16-18).

Deus não é o autor do mal, da dor, do sofrimento e da morte. Ele Deus não pode fazer o mal; pois é o bem Perfeito. São Paulo deixa claro que “o salário do pecado é a morte” (Rm 6,13). Todo sofrimento e toda lágrima tem sua raiz última no pecado da humanidade. O nosso Catecismo diz com toda clareza que se o pecado não tivesse entrado em nossa história, não haveria a morte e a dor.

A Igreja sempre ensinou que a imensa miséria que oprime os homens e sua inclinação para o mal e para a morte são incompreensíveis, a não ser referindo-se ao pecado de Adão que nos afeta a todos e é “morte da alma”(Cat. n. 403).

São Paulo disse: “Como por meio de um só homem o pecado entrou no mundo e, pelo pecado, a morte, assim a morte passou para todos os homens, porque todos pecaram…” (Rm 5,12).

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Como devemos invocar a Deus no tempo da tribulação?

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Assim nos revela a meditação de Tomás de Kempis em seu clássico “A Imitação de Cristo”

1. O Discípulo Seja vosso nome para sempre bendito, Senhor, pois quisestes provar-me com esta tribulação.

E porque não posso evita-la que outra coisa farei senão acolher-me a vós para que me auxilieis e a convertais em proveito meu?

Senhor, sinto-me atribulado; meu coração está desassossegado por causa desta paixão que o atormenta vivamente.

“Que vos direi agora”, oh, Pai amantíssimo? Rodeado estou de angústias. “Salvai-me nesta hora” (Jo 12,27).

Vós permitistes que eu chegasse a este estado para que sejais glorificado quando eu estiver muito abatido e for por vós livre.

Dignai-vos, Senhor, socorrer-me porque, pobre criatura, que posso eu fazer e onde irei sem vós?

O que é seguir Jesus?

orando-frente-a-una-cruzSeguir Jesus é uma entrega ao que Ele pede de nós; é segui-Lo no ritmo do seu próprio passo, sem olhar para traz. Ou seguimos Jesus ou o perdemos.

Fiz essa pergunta a uma pessoa que ama Jesus, e ela me disse: “Seguir Jesus é nos espelharmos em seu exemplo humano. É olhar para Ele na cruz e lembrar que antes de estar no alto do Calvário, viveu como cada um de nós. Como Deus quis passar pelas mesmas necessidades, sofrimentos que os homens, para nos mostrar que nós também podemos conseguir. Que é possível. Que tem salvação. E que para ganhar o céu é preciso não só carregar a cruz, é preciso amá-la também, pois o sacrifício sem amor perde o sentido”. Boa resposta!

Seguir o Mestre é imitá-lo. É viver como Ele viveu, desapegado de tudo, manso e humilde de coração, puro, bondoso, pronto para servir e fazer o bem e não para ser servido, sem nada exigir, sem nada reclamar, “obediente até a morte e morte de cruz” (Fil 2,9), vivendo só para fazer a vontade do Pai . “Pois desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (Jo 6,38). “Meu alimento é fazer a vontade de meu Pai que está nos céus” (Jo 4,34). Esse também deve ser o “alimento” de quem quer seguir Jesus.

Oração a Nossa Senhora das Angústias

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Oh! Mãe sem pecado concebida, pelas dores que teu Santíssimo Filho sofreu na Cruz para redimir nossas culpas, volve a mim teus piedosos olhos e escuta as minhas súplicas;

Confio em tua infinita bondade Mãe Santíssima;

Me atrevo a dirigir-te minhas preces;

Não as desprezes e consola o minhas aflições neste vale de lágrimas e amarguras;

Te ofereço um propósito firme de emenda Mãe e Senhora minha porque a ti devo muito e sou tão pecador que nada mereço.

Confio em tua inefável bondade. Como não reconhecer tua grande misericórdia e dedicar-te os dias que me restam na vida para servir-te e amar-te?

Sim, Mãe Santíssima, não me abandones, dirige meus passos, dá-me teu amparo e proteção; livra-me de meus inimigos visíveis e invisíveis, da maledicência e da calúnia e ilumina meu entendimento para louvar-te e bendizer-te por tantos benefícios que te devo. Amém.

(Igreja de São Domingos, capela do Rosário, México)

terça-feira, 9 de agosto de 2016

O que é tomar a cruz a cada dia?

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De modo especial “a cruz de cada dia”, aceita e assumida, “com galhardia”, sem revolta, na fé, ainda que com muitas lágrimas – elas nunca deixam de existir – nos santifica.

Jesus mandou tomar a nossa cruz a cada dia e segui-lo (Lc 9,23). O que significa isso? Qual é a cruz de cada dia? São todos os sofrimentos que nos atingem a cada dia, e que devem ser enfrentados dia a dia. “O dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu mal” (Mt 6,34). É uma cruz para cada dia. A sabedoria é viver um dia de cada vez.

Em primeiro lugar é preciso entender que se Jesus manda tomar a nossa cruz a cada dia, é então, porque isso é necessário e bom para nós, embora possa ser sofrido. Não é masoquismo. Por quê? Há várias razões.

Sejamos “Fortes na Tribulação”!

fortes“Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação? A angústia? A perseguição? A fome? A nudez? O perigo? A espada?” Rm 8,35

Nossa reflexão começa na carta de São Paulo a São Timóteo: “Pois Deus não nos deu um espírito de timidez, mas de fortaleza, de amor e de sabedoria.”

O dom infuso do Espírito Santo, a Fortaleza, que recebemos no Batismo, é a força divina para vencermos as tribulações que o pecado gerou no mundo e que atinge a todos nós. São Paulo então, recomenda que não sejamos “tímidos” diante das tribulações, mas que as encaremos com “amor e sabedoria”, que Deus nos dá. Ele diz que “em todas essas coisas, somos mais que vencedores pela virtude daquele que nos amou”. (Rom 8, 37).

Jesus misericordioso, eu confio em Vós!

FAUSTINA E JESUSRezemos como a Santa irmã Faustina…

Jesus misericordioso, eu confio em Vós!

Nada me trará medo ou inquietação.

Eu confio em Vós, de manhã e à noite, na alegria e no sofrimento,

Na tentação e no perigo, na felicidade e no infortúnio,

Na vida e na morte, agora e para sempre.

Eu confio em Vós e na oração e no trabalho,

Olhe para as montanhas e eleve sua alma

IMG_5299Uma alma que se eleva, eleva o mundo inteiro.” Beata Elisabeth Leseur

O que podemos aprender com as montanhas?

Primeiro, de um ponto de vista científico, devemos entender que existe diferença entre montes, montanhas, serras, cordilheiras… Cada qual com suas características; são umas das mais belas criações de Deus, e ajudam a formar o nosso mundo geográfico, geologicamente falando. As denominações mais antigas indicavam as montanhas como conjuntos de montes, que, por sua vez, seriam elevações consideráveis do terreno. No entanto, hoje não iremos nos ater em definições, mas em que nos representam visualmente.

O Mistério do Sofrimento

Santo Agostinho afirmou que, se Deus não soubesse tirar algo de bom do sofrimento, não permitiria jamais que esse nos atingisse.

Há um mistério profundo no sofrimento. Mistério de dor e angústia que Jesus, pelo Seu sofrimento, transformou em mistério de salvação.

Muitos homens e mulheres mudaram de vida radicalmente por causa do sofrimento. Desde que Jesus escolheu o caminho da dor para nos salvar, o sofrimento passou a ser a “matéria-prima” da salvação. São Paulo falava da “loucura da cruz para aqueles que se perdem, mas poder de Deus para aqueles que se salvam” (citação livre de 1 Cor 1,18). De fato, o poder invisível de Deus se manifesta no sofrimento. Cura a alma, salva o espírito, quebranta o orgulho, elimina a vaidade, abate a opulência, iguala os homens.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

As lições da poda

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Você já experimentou podar alguma planta em sua casa? Já experimentou podar uma roseira, um arbusto ou uma aceroleira? Esta é uma experiência bem interessante. Todos deveriam fazê-la e aprender a observá-la.

Veja bem, as podas nos vegetais são fundamentais para sua conservação, seja ela de vegetação nativa, ornamental ou de grandes áreas cultivadas. São essenciais para manter a planta saudável e com um desempenho adequado às suas características.

Também na nossa vida espiritual é preciso aprender a fazer “as podas” necessárias para que a nossa alma cresça robusta na vida divina e dê frutos de salvação.

Jesus, que sabia usar muito bem as lições da natureza criada por Deus, fala dessa poda necessária para quem quer ser seu discípulo: “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que não der fruto em mim, ele o cortará; e podará todo o que der fruto, para que produza mais fruto”(Jo 15,1). Perceba, Ele diz que o ramo que não dá fruto será cortado e jogado fora, e podará exatamente aquele que dá fruto, para que dê ainda mais.

Eu pude viver essa experiência recentemente em meu quintal. Ali existem duas aceroleiras. Estas são árvores maravilhosas, resistentes e dão frutas em grande quantidade quase o ano todo. Mas eu notei que elas cresceram muito e as acerolas estavam pequenas. Então, fiz uma poda geral nelas. Incrível! Na safra seguinte as frutas nasceram em menor quantidade, mas de tamanho bem maior. Fiquei surpreso. Quando fui fazer a colheita, onde colocasse a mão, recolhia belas acerolas graúdas e saudáveis.

Fiquei pensando na minha vida espiritual. Senti como se Deus me falasse: “Veja o Meu amor espelhado nessa árvore, nessas frutas… Você não fez quase nada para colher toda essa abundância…”.

Confesso que eu não estava muito animado de colher as frutas. Mas, pensei: “puxa vida, Deus faz isso com tanto amor a nós; e tem tanta gente que gosta de comer acerolas ou de fazer um bom suco, tão saudável à saúde!”. Acabei adiando um pouco o meu trabalho no computador e fui colher as frutas. Colhi cerca de 10 litros delas e mandei aos filhos e a uma amiga que gosta muito.

Isto me fez pensar! Deus nos dá tantos frutos, mas a gente nos os colhe, como tantas acerolas que eu vejo cair no chão porque eu não as colhi. Deus derrama frutos abundantes em nossa vida, mas a gente não pára para pensar, agradecer, colher e até levar para os outros. Essas acerolas me fizeram pensar muito na bondade de Deus e em nossa omissão em responder-lhe com gratidão. Não será por isso que tantas vezes nós ficamos na penúria, ao lado de tantas “farturas divinas”?

Cada vez que olhava para a minha mão repleta das frutas, eu dizia no silêncio de minha alma: “Obrigado Senhor, por Vosso amor tão grande a nós; e perdão por tantas e tantas vezes que eu não reconheço e não Te agradeço; quero ser mais atencioso às Suas graças, tão belas e tão gratuitas”.

Naquela colheita meu espírito viajou em Deus. Fiquei pensando em tantas outras frutas maravilhosas que eu vejo na feira: lindas bananas, que já vem até “embrulhadas” naturalmente; belas maçãs, abacaxis, mamãos, laranjas… É um verdadeiro banquete natural, um imenso milagre do qual tanto nos acostumamos que nem mais pensamos neles. Tudo isso o Criador preparou para nós, com belo aspecto e delicioso saber. Prometi a Deus que toda vez que eu levar uma fruta desta à boca quero lhe dizer: “Muito obrigado Senhor! Bendito seja o Vosso Nome!”

Mas, agora, preciso voltar às podas… Os botânicos ensinam que existem três tipos básicos de podas:

1-A poda de formação;

2-A poda de produção;

3-A poda de limpeza.

A poda de formação é feita no início da vida do vegetal, quando este atinge um certo tamanho e precisa sofrer uma correção no rumo de seu desenvolvimento. Isto faz com que as plantas cresçam mais fortes e alcancem o máximo de sua produtividade. Penso que na vida espiritual são as orientações e toda a formação que precisamos receber no início da vida cristã, sobretudo nas catequeses de Primeira Comunhão, Crisma, e em toda a educação cristã recebida no lar dos pais.

A poda de produção é feita para aumentar a produção e a produtividade de uma planta. Mas, para dar bom resultado o agricultor deverá conhecer muito bem o processo vegetativo das plantas, pois, se a poda for mal feita, pode diminuir a produtividade, ao invés de aumentá-la.

Assim também é na nossa vida espiritual. Não é qualquer orientador que pode ir podando a sua alma, senão pode lhe fazer até mal. Santa Teresa de Jesus dizia que o bom diretor espiritual deve ser sábio, douto e santo, para não prejudicar o dirigido. E ela diz que foi algumas vezes prejudicada por isso. Não é muito fácil encontrar um assim, não é? Mas é preciso procurar; se não o achar pessoalmente, aconselho que leia seus livros; eles me fazem muito bem, especialmente os escritos pelos santos, pelos papas e grandes monges e sacerdotes. E também alguns grandes leigos.

As podas devem ser feitas com ferramentas adequadas, para cada tipo de planta ou cultura. Não devem ser feitos cortes irregulares e, para isso, os instrumentos utilizados devem ser bem cortantes e afiados. Como as podas são feitas desde pequenos vegetais até grandes árvores, as ferramentas utilizadas podem e devem ser bem diferentes: desde um alicate até uma motosserra. Tudo isso precisa ser observado também na vida espiritual. O exercício do podador exige perícia, exige conhecer a alma humana, amá-la profundamente e saber respeitá-la sempre.

A poda de limpeza é a mais conhecida, utilizada em grandes plantações e em jardinagem caseira. Ela visa eliminar galhos ou ramos mortos, secos, ou que apresentem má formação. Isto faz com que a energia vital da planta não seja “desperdiçada” com estes ramos ou galhos fracos e penosos para a planta.

Ó meu Deus, como precisamos dessa poda! Quantas ervas daninhas no jardim da nossa alma sugando a sua seiva e impedindo seu desempenho! São os nossos pecados. Quem não tem na alma aquele galho ressequido da inveja, do orgulho, da vaidade? Quem não traz na planta da alma a preguiça, as mentiras, aquela gula indomável, aqueles ataques de ira, de ódio e desejo de vingança? É…, precisamos deixar o Jardineiro divino, o Espírito Santo, fazer uma poda contínua na nossa alma. Quantas vezes a planta até morre por causa das ervas daninhas que a tomam e a sufocam… Diz um provérbio chinês que a culpa não é da erva má, mas da preguiça do agricultor que não a arrancou.

Outra coisa que eu aprendi com a minha “professora” acerola, é que a poda precisa ser feita sempre, porque continuamente ela produz ramos fracos que precisam ser eliminados. Então entendi a importância de sempre estar em meditação, frequentando sempre um Retiro, um bom Encontro, um grupo de oração, meditando sempre a Palavra do grande Jardineiro. Se você observar as plantas, as flores, os animais e os homens, com os olhos de Deus, no silêncio da alma, sem pressa, Deus falará muito a seu coração.

E tem mais, como toda poda é uma “mutilação”, em certos casos os especialistas dizem que é bom usar algum produto especial, no local do corte, para que haja uma cicatrização mais rápida e eficiente. Assim a poda será mais eficiente. Será que nas nossas podas interiores isso também é importante? Pense nisso tudo!

Prof. Felipe Aquino

É preciso confiar sempre!

tumblr_inline_msh3v358rt1qz4rgpPodem-se pôr limites ao que é infinito?

Pois não é infinita a misericórdia Divina? Não é um Oceano Infinito de Misericórdia? Se o Senhor é infinitamente justo, é também infinitamente Misericordioso. E, neste mundo, vivemos no tempo da Misericórdia. Abri o Evangelho. Tudo ali vos inspira confiança e enche o coração.

Por que duvidar, se empenhamos da nossa parte todos os nossos esforços? Por que desconfiar de um Pai tão bom e poderoso? Nosso Senhor é o Pai do filho pródigo, e o Bom Pastor. Por que nos deixou Ele, no Evangelho, parábolas tão belas, tão comovedoras? Não foi para a manifestação da Sua bondade infinita?

Ah! Não compreendo as almas que têm medo de Deus! Como é doloroso e triste ao coração de um pai estender ao filho os braços cheios de ternura e se ver repelido! É preciso que confiemos. A medida da confiança é confiar sem medida.

A confiança, somente ela nos leva ao Amor! O temor leva à justiça severa, tal como a representam os pecadores. Mas não é essa justiça que Jesus terá para com os que O amam – obstinação de Satã, oporemos a obstinação de nossa confiança. E seremos salvos!

Meu Jesus, ajudai-me a vencer-me, e dai-me confiança obstinada que arrebatava o vosso Coração!

Trecho retirado do livro: O Breviário da Confiança, Ed. Cléofas

“Crescer na confiança enfrentando as tribulações” (Jó 1,20)

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O tema que me foi dado para esta pregação sugere que as tribulações da vida nos ajudam a crescer na confiança em Deus, nos fortalecem espiritualmente; quando as vivemos na fé. São Paulo diz a São Timóteo: “Pois Deus não nos deu um espírito de timidez, mas de fortaleza, de amor e de sabedoria.”

O dom infuso do Espírito Santo, a Fortaleza, que recebemos no Batismo, é a força divina para vencermos as tribulações que o pecado gerou no mundo e que atinge a todos nós. São Paulo então, recomenda que não sejamos “tímidos” diante das tribulações, mas que as encaremos com “amor e sabedoria”, que Deus nos dá. Ele diz que “em todas essas coisas, somos mais que vencedores pela virtude daquele que nos amou”. (Rom 8, 37). “Nos gloriamos até das tribulações. Pois sabemos que a tribulação produz a paciência, a paciência prova a fidelidade e a fidelidade, comprovada, produz a esperança. E a esperança não engana. Porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.” (Rom 5,3-5)

O que é a Teologia do Corpo?

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“Deus modelou o homem com as próprias mãos (…) e imprimiu na carne modelada sua própria forma, de modo que até o que fosse visível tivesse a forma divina”. CIC § 704

“Teologia do Corpo” é o título que papa João Paulo II deu ao primeiro grande projeto de ensino de seu pontificado. Em 129 pequenas palestras, pronunciadas entre setembro de 1979 e novembro de 1984, ofereceu à Igreja e ao mundo uma valiosa reflexão bíblica sobre o sentido da corporeidade humana, em especial sobre a sexualidade e o desejo erótico.

O teólogo católico George Weigel descreve esta teologia do corpo como “uma das mais ousadas reconfigurações da teologia católica dos últimos tempos” (…), “algo como uma bomba-relógio teológica, programada para detonar com dramáticas consequências (…) talvez no século 21”. Esta visão nova do amor sexual “apenas começou a tocar a teologia da Igreja, a pregação e a educação religiosa”. Quando, porém, ela se impuser plenamente – prenuncia Weigel- “produzirá um dramático desenvolvimento no modo de pensar, virtualmente, sobre todos os temas importantes do Credo” (WH pp. 336, 343, 853).

O corpo e a luta espiritual

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Se Deus criou o corpo e a união sexual com o objetivo de proclamar seu próprio eterno mistério de amor, por que será que não os vemos simbolicamente desta maneira profunda? Ao ouvir a palavra “sexo”, por exemplo, que é que geralmente ela lhe sugere? Será que alguma vez lhe sugeriu o “grande mistério da união numa só carne” como imagem da união de Cristo com a Igreja, ou mesmo alguma coisa um pouco menos sagrada?

Reflita um momento sobre isto. Se o corpo e o sexo existem para proclamar a nossa união com Deus e, ao mesmo tempo, se existe um inimigo que luta para nos separar de Deus, em que ponto acha você que nos atacaria primeiro? Se quer saber o que há de mais sagrado no mundo, basta observar o que é que está sendo mais violentamente profanado.

sábado, 6 de agosto de 2016

A ciência pode ser usada para negar Deus?

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O Dr. Francis Collins, coordenador do maior projeto de biotecnologia, que decodificou o genoma humano, e também Diretor do Instituto Nacional Americano de Pesquisa do Genoma Humano, considera que os milagres são uma “possibilidade real” e descartou que a ciência seja usada para refutar a existência de Deus, porque está confinada a seu mundo “natural”.

O que nos impede de confiar em Deus?

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Você anda inquieto e preocupado demais com as necessidades da vida? Pare e leia esta mensagem!

Jesus exigia confiança Nele. Há muitas passagens nos Evangelhos onde Ele recrimina os Apóstolos e outras pessoas por não confiarem Nele plenamente. Ele exigia isso para fazer os milagres. Diante daquela mulher que tinha uma hemorragia contínua ele disse: “Tem confiança, minha filha, tua fé te salvou. E a mulher ficou curada instantaneamente” (Mt 9, 22). Após acalmar aquela tempestade no mar da Galileia, Ele perguntou aos discípulos: “Por que este medo, gente de pouca fé?” (Mt 8,23). Em sua cidade, Nazaré, diz o evangelista São Mateus que “por falta de confiança deles, operou ali poucos milagres” (Mt 13,58).

Não nos perturbemos com os nossos defeitos

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1. Dois sinais do bom e do mau arrependimento

“A tristeza que é segundo Deus, afirma São Paulo, produz um arrependimento que leva à salvação; ao passo que a tristeza do mundo produz a morte. (2Cor 7,10). A tristeza do arrependimento pode, pois, ser boa ou má, conforme os efeitos que produz em nós. Mas, em geral, produz mais efeitos maus que bons, porque os bons são apenas dois: a misericórdia – o pesar pelo mal dos outros – e a penitencia – a dor de ter ofendido a Deus -; ao passo que os maus são seis: medo, preguiça, indignação, ciúme, inveja e impaciência. Por isso diz o sábio: A tristeza mata a muitos e nela não há utilidade alguma (Eclo 30,25), já que, para dois riachos de águas límpidas que nascem do manancial da tristeza, nascem seis de águas poluídas”.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Arqueólogos acham restos do povo filisteu açoite dos israelitas

Filisteu, relevo nos muros do templo egípcio de Medinet Habu,
feito pelo faraó Ramsés III.

No sul de Israel, Daniel Master, arqueólogo da Universidade de Harvard, conduz o desvendamento de um cemitério filisteu, povo do Antigo Testamento ao qual pertenceu Golias.
O local foi outrora uma câmara mortuária e se situa na cidade israelense de Ascalon (também Ashkelon), segundo noticiou o jornal “Clarín” de Buenos Aires.
O achado está revelando segredos de uma civilização desaparecida há 2.600 anos, inimiga acérrima do povo eleito.
Também está ajudando a compreender melhor o contexto cultural de importantes fatos bíblicos.

E aqueles que dizem não a Deus? – EB

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Deus quer que todos os homens se salvem; cf. 1 Tm 2, 4. Todavia Ele não força ninguém a amá-Lo e preferi-Lo aos bens criados. Por conseguinte, Deus a ninguém condena; é a criatura que condena a si mesma. Caso morra consciente e voluntariamente avessa a Deus (coisa que só Deus pode saber), terá para sempre a sorte que escolheu para si, pois a morte coloca o ser humano em estado definitivo, no qual não é possível qualquer mudança. – De resto, faz-se necessário reconhecer que nenhuma criatura está apta a julgar Deus; Este, por definição, é a Suma Perfeição e a Santidade Absoluta; quando Ele à limitada razão humana parece injusto, parece tal não porque seja menos justo do que o homem (um Deus injusto não pode existir), mas porque o seu desígnio salvífico ultrapassa o entendimento humano.

Como manter acesa a chama da nossa fé?

tumblr_luq6rlPzvO1r53q4wo1_500“Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11,6)

A Igreja ensina que a fé é a virtude (teologal), “dada por Deus”, que nos leva a crer em Deus e em tudo o que nos disse e revelou, e que a Santa Igreja nos propõe para crer. Pela fé, “o homem livremente se entrega todo a Deus”. O cristão procura conhecer e fazer a vontade de Deus, já que “o justo viverá da fé” (Rm 1,17) e “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11,6). A fé em Deus nos leva a voltar só para Ele como nossa origem e nosso fim, e a nada preferir a Ele e nem substituí-lo por nada.

A fé é como uma chama que precisa de combustível para se manter acessa. É como uma plantinha que precisa de água todo dia, sol e adubo, para crescer a cada dia.

Amar a Deus pelo que Ele é

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O verdadeiro amor a Deus só existe quando é gratuito, desinteressado; por puro desejo de agradar a Deus.

Jesus disse a seus discípulos na noite da última Ceia: “Se me amais guardareis os meus mandamentos” (João 14,15). E no Sermão da Montanha alertou: “Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus” (Mateus 7,21).

Em outra ocasião Jesus disse a todos, algo que os quatro evangelistas narram de modos diferentes: ”Se alguém quer vir após mim, renegue-se a si mesmo, tome a sua cruz a cada dia e siga-me; porque, quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas, quem sacrificar a sua vida por amor de mim, salvá-la-á” (Lucas 9,23; Mt 16,24; Mc 8,34; Jo 12,25).

Nunca desanimar na luta contra o pecado: sempre é tempo de conversão!

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O pecado é o grande mal desta vida; custou a vida de Deus morto na cruz para podermos ficar livres dele. Ele é a raiz mais profunda de todos os males. São Paulo diz que “o salário do pecado é a morte” (Rom 6,23); quer dizer, toda lágrima, toda dor e a morte, têm a sua causa primeira no pecado, desde o pecado original até os nossos pecados pessoais. O pecado é “amor de si mesmo até ao desprezo de Deus”, disse S. Agostinho (A cidade de Deus, 14,28).

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Como vencer as batalhas contra nós mesmos?

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Jesus disse que “a carne é fraca” (Mt 26,41); carne na Bíblia significa a nossa natureza humana, fraca, miserável, depois que o pecado entrou em nossa história. Todos nós experimentamos isso, até mesmo São Paulo se lamentava de não fazer o bem que queria e fazer o mal que detestava (cf Rom 7).

Abecedário da Fé

A – Amar a Deus sobre todas as coisas
B – Buscá-lo de todo o coração
C – Clamar e orar pelo seu próximo
D – Dar os dízimos para a obra do Senhor
E – Estar sempre em comunhão com Deus
F – Fugir das impurezas e idolatrias
G – Guardar os sagrados Mandamentos
H – Hinos de Louvor, cantarás ao Senhor
I – Ir frequentemente à Igreja
J – Jejuar e Orar para se santificar
L – Ler sempre a Bíblia
M – Meditar nos preceitos de Deus
N – Não temer, crer somente

O – Orar e vigiar sem cessar
P – Pregar o Evangelho a toda criatura
Q – Quando julgar, julgue com inteligência e entendimento
R – Render graças ao Senhor em todas as ocasiões
S – Servir ao Senhor com temor e alegrar-se com tremor.
T – Tornar pessoalmente, padrão de boas obras
U – Unir-se em oração aos doentes e necessitados
V – Viver pela fé
X – Xeretar e xingar, nem pensar!
Z – Zelar pelas coisas de Deus

Autor desconhecido

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