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Mostrando postagens de Março, 2017

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História da Igreja: Igreja e os Povos Bárbaros

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A partir do século IV, deu-se o importante acontecimento das invasões bárbaras no Império Romano, que contribuiu fortemente para constituir a Cristandade da Idade Média; os novos povos, a princípio repelidos pelos habitantes do Império, acabaram fundindo-se com estes, resultando daí o cristão medieval, que configurou a Igreja da sua época.

A Via Sacra: Que é? Como teve origem? EB

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Em síntese: O exercício da Via Sacra consiste em que os fiéis percorram mentalmente a caminhada de Jesus a carregar a Cruz desde o pretório de Pilatos até o monte Calvário, meditando simultaneamente a Paixão do Senhor. Tal exercício, muito usual no tempo da Quaresma, teve origem na época das Cruzadas (séculos XI/XIII): os fiéis que então percorriam na Terra Santa os lugares sagrados da Paixão de Cristo, quiseram reproduzir no Ocidente a peregrinação feita ao longo da Via Dolorosa em Jerusalém. O número de estações ou etapas dessa caminhada foi sendo definido paulatinamente, chegando à forma atual, de quatorze estações, no século XVI.

Os Primeiros Escritores Cristãos

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Após os escritos do Novo Testamento, houve, ainda no século I e no começo do II, os dos Padres Apostólicos (assim chamados porque estiveram em contato direto com os Apóstolos). Sobrevieram, nos séculos II/III, os Apologetas ou escritores que defenderam a fé cristã contra os pagãos e as primeiras heresias.Os Padres ApostólicosDada a sua antiguidade, são muito estimados. Os seus escritos têm certa semelhança com os do Novo Testamento, a ponto que alguns chegaram a ser considerados canônicos (assim a Didaquê, a epístola de Clemente, a do Pseudo-Barnabé). Não escreveram tratados teológicos, mas geralmente cartas em língua grega, que abordam assuntos de disciplina, recomendam a unidade da Igreja e a autoridade dos Apóstolos. Eis os principais autores:

Só Cristo pode fundar uma Igreja

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É ilógico dizer que todas as religiões são equivalentes entre siTemos de respeitar a crença de cada pessoa; a liberdade religiosa é algo fundamental, mas não é verdade que todas as religiões e Igrejas são igualmente válidas. As muitas religiões ou seitas foram fundadas por simples mortais, e não por Deus, por isso não se pode dizer que todas as religiões são boas, e que basta ser religioso e seguir qualquer uma delas. Se isso fosse verdade, Jesus não precisaria ter vindo a este mundo, fundar a Sua Igreja e morrer numa cruz. Bastava deixar os homens continuar no paganismo ou se salvarem nas outras religiões. Assim não seria necessário todo o esforço de evangelização em todo o mundo, com milhares de mártires, missionários, etc…

A Igreja Católica e os Ritos

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A Igreja católica possui 6 ritos. Todas essas igrejas reconhecem o primado do Papa. Trata-se de uma unidade na diversidade. 1 – Rito latino:Igreja Católica Apostólica RomanaObserve-se que dentro da igreja romana existem quatro ritos, que não se constituem em igrejas. – rito Latino Romano – é o que conhecemos no Brasil; – rito Ambrosiano – utilizado na Arquidiocese de Milão, teve sua origem em Santo Ambrósio, mentor de Santo Agostinho;

Deus enviou Jesus, e Jesus enviou a Igreja

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A Igreja é consequência direta do mistério da Encarnação, seu prolongamento.Muitos querem hoje dizer Sim à Cristo, e Não à Igreja; mas isto afeta a própria identidade do Cristianismo. A Igreja, instituída por vontade de  Cristo, com suas normas, como prolongamento da Encarnação do Verbo de Deus, se tornou o lugar privilegiado do encontro dos homens com Cristo e com o Pai.

A Igreja e o Ensino na Idade Média

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O Dr. Thomas Woods, PhD em História pela Universidade de Harvard nos EUA, disse em um dos seus livros que:“Bem mais do que o povo hoje tem consciência, a Igreja Católica moldou o tipo de civilização em que vivemos e o tipo de pessoas que somos. Embora os livros textos típicos das faculdades não digam isto, a Igreja Católica foi a indispensável construtora da Civilização Ocidental. A Igreja Católica não só eliminou os costumes repugnantes do mundo antigo, como o infanticídio e os combates de gladiadores, mas, depois da queda de Roma, ela restaurou e construiu a civilização”. [Woods, 2005, pg. 7]

Todos são importantes na Igreja

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Ninguém é mais importante, diante de Deus, na sua Igreja, porque todos são membros da sua família, reunida em Jesus. São Paulo disse aos coríntios:“Deus dispôs o Corpo de tal modo que deu maior honra aos membros que não a tem, para que não haja dissensões no corpo e que os membros tenham o mesmo cuidado uns para com os outros” (1 Cor 12, 24-25). Deus nos ensina a viver o amor e a caridade mútua quando ele faz com que cada um de nós precise do outro na construção da sua família, isto é, do seu Reino. É para eliminar em cada membro a auto-suficiência arrogante e a presunção soberba, que Deus nos fez necessitados uns dos outros. E não pode haver dissensões, rivalidades e ciúmes entre os membros, pois, como disse São Paulo, foi “Deus que dispôs no corpo cada um dos membros como lhe aprouve” (v. 18).

Por que a Igreja Católica é Santa?

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Alguns confundem os pecados dos “filhos da Igreja” com “pecados da Igreja”. É dogma de fé que a Igreja não tem pecado. O Papa Paulo VI disse no Credo do Povo de Deus, que ela é “indefectivelmente Santa”. Mas, por que ela é santa?

Os Monges e os Mosteiros

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Os monges e os mosteiros tiveram um papel determinante na evangelização dos bárbaros na Idade Média. Cada mosteiro, com sua escola monástica, tornava-se um centro de vida religiosa e educacional. Ensinavam metalurgia, agricultura, introduziam novas culturas, foram pioneiros na tecnologia, realizavam descobertas científicas, aperfeiçoavam a paisagem europeia, socorriam os andarilhos e cuidavam dos náufragos. Os monges também preservaram a literatura, estudaram música e os escritos dos historiadores e filósofos.

Por que a Igreja é Apostólica?

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O que garantiu a unidade da Igreja católica e sua continuidade até hoje, conservando intacto o “depósito da fé”, que recebeu do Senhor, é a sua apostolicidade; isto é, a sucessão apostólica. Muito cedo a Igreja tomou consciência de que a sua “identidade e missão” estava ligada ao colégio dos Doze Apóstolos, e seus sucessores, os bispos. Quando nos primeiros séculos surgia uma doutrina nova, às vezes uma heresia, o critério do discernimento era o da apostolicidade: “esta doutrina está de acordo com o que ensinaram os Apóstolos?” Está em conformidade com o que ensina a Igreja de Roma, onde foram martirizados Pedro e Paulo? Essas eram as perguntas mais importantes para se chegar ao discernimento.

Dois mil anos de Igreja

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“Tu és Pedro; e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja… e as portas do inferno jamais prevalecerão contra ela” (Mt 16,18).Pela História da Igreja podemos ver com clareza a sua transcendência e divindade. Nenhuma instituição humana sobreviveu a tantos golpes, perseguições, martírios e massacres durante 2000 mil anos; e nenhuma outra instituição humana teve uma seqüência ininterrupta de governantes. Já são 265 Papas desde Pedro de Cafarnaum.

Todos os cristãos são chamados a viver a santidade

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A “Lumen Gentium”, do Vaticano II, afirma que: “Todos os fiéis cristãos são, pois, convidados e obrigados a procurar a santidade e a perfeição do próprio estado” (LG, 41). É a vocação universal da Igreja, como disse o Concílio: “O Senhor Jesus, Mestre e Modelo divino de toda perfeição, a todos e a cada um dos discípulos de qualquer condição prega a santidade de vida da qual ele mesmo é o autor e o consumador, dizendo: “Sede, portanto, perfeitos, assim como também vosso Pai celeste é perfeito  (Mt 5,48)” (LG,40) “.

A Igreja que nasceu antes da Bíblia

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Durante 1500 anos a Igreja Católica conservou as Sagradas Escrituras e a transmitiu a seu povo através das Missas“Recebereis uma força, a força do Espírito Santo que virá sobre vós; e sereis então minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria, até as extremidades da terra” (At 1,8). Diante desta passagem podemos nos perguntar: “– Jesus deixou algo escrito?” Ele disse: “sobre a Bíblia edificareis a minha Igreja”? Não! Cristo fundou a Igreja sobre a vida e o testemunho dos apóstolos. Por esse motivo, não podemos afirmar que somos uma “religião do livro” – apesar de alguns estudiosos das religiões nos considerarem assim. Somos uma “religião do testemunho”.

Igreja Católica, mãe das Universidades

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A raiz das Universidades está no século IX com as escolas monásticas da EuropaOs estudantes universitários normalmente têm um conhecimento pouco profundo sobre a Idade Média; e porque muitos são mal informados, acham que foi um período de ignorância, superstição e repressão intelectual por parte da Igreja católica. No entanto, foi exatamente na Idade Média que surgiu a maior contribuição intelectual para o mundo: o sistema universitário.

A Igreja Nasce

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O ambienteDiz São Paulo que Cristo nasceu “na plenitude dos tempos”(Gl 4,4; Ef 1,10). Isto significa que a humanidade foi preparada pelo Senhor Deus para receber o Salvador. A fim de esboçar os termos dessa preparação, distinguiremos o mundo greco-romano e o mundo judeu. O mundo greco-romanoO Império Romano, que se estendia desde a Síria até a Espanha e do rio Nilo ao rio Danúbio, criou uma vasta organização política. Nesta desapareceram as barreiras que dividiram povos outrora inimigos entre si: a mesma língua grega, o mesmo sistema jurídico e administrativo suscitavam certa unidade nas condições de vida desses povos. O comércio intenso por mar e por terra tornava possível o intercâmbio de bens materiais e de ideias. O Imperador Otávio Augusto (30 a.C. – 14 d.C.), pode-se dizer, instaurou a paz (Pax Romana) e a normalidade dentro das suas fronteiras. Tais características, por certo, haveriam de facilitar a propagação  do Evangelho: os Apóstolos e discípulos de Cristo se beneficiaram …

Você conhece a Igreja?

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Muitos católicos têm uma visão errada da Igreja; pensam que ela seja algo secundário na vida religiosa. Alguns dizem: “Amo a Deus, amo Jesus Cristo, mas não quero a Igreja”. Às vezes decepcionados com os pecados dos filhos, rejeitam a Mãe, que é Santa, como diz o nosso Credo: una, santa, católica e apostólica. Os pecados dos seus filhos não a mancham. A Sua cabeça é o próprio Cristo e Sua alma é o divino Espírito Santo.

As Festas Judaicas no Tempo de Jesus

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Jesus celebrava as festas judaicas; ia à Jerusalém segundo as exigências da Lei Mosaica, sobretudo nas grandes festividades. Sete eram as festividades judaicas, algumas das quais também são registradas pelos Evangelhos por causa da presença de Jesus. Eram elas:1. A Páscoa. Era o primeiro dos sete dias dos Pães Ázimos. Era realizada de 15 a 22 do mês judaico de Nisan (entre Março e Abril no nosso calendário). Recordava a saída dos israelitas da terra do Egito. Na noite de 14 para 15 de Nisan, comia-se o cordeiro pascal juntamente com o pão ázimo [isto é, sem fermento]. No dia 16 eram oferecidas as primícias da cevada e, após isto, iniciava-se a colheita.

Louvada sejas, Cruz de Cristo!

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Onde Tu estás, Cristo fala da PáscoaLouvada sejas, Cruz de Cristo! Sempre que se encontram os Teus vestígios, Cristo dá testemunho do Seu mistério pascal: a passagem da morte para a vida. Ela dá testemunho do amor, da força interior de uma vida que provém do amor, que vence a morte. Louvada sejas, Cruz de Cristo, sempre que és erguida, nos campos de batalha, nas prisões, nas estradas, em todos os lugares onde há pessoas que sofrem e lutam contra a morte. Nos locais onde trabalham,estudam e são produtivas. Em cada local, no peito de cada homem e de cada mulher, de cada rapaz e de cada moça, e em cada coração humano. Louvada sejas, Cruz de Cristo. Amém. (Oração feita pelo Beato João Paulo II) Fonte:Youcat, Orações para jovens. Editora Paulus,2013. P.77

A figura de Joana D´Arc

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Os precedentesO cenário histórico em que aparece Joana d’Arc, é o da guerra dita “dos Cem Anos” (1337-1453) entre a França e a Inglaterra. Em 1415 Henrique V da Inglaterra invadiu a França com o intuito de derrubar o rei Carlos VI. Os invasores encontraram apoio da parte da Borgonha, cujo duque Filipe o Bom reconheceu Henrique V da Inglaterra como legítimo soberano da França; ao mesmo tempo, Carlos VI, cuja saúde mental estava abalada, deserdou seu filho e nomeou o monarca inglês herdeiro e regente do país. Em 1422, morreram Henrique V e Carlos VI. o filho deste, Carlos VII fez-se coroar em Poitiers, e estabeleceu sua corte em Bourges, enquanto os ingleses caminhavam em território francês e assediavam a cidade de Orleães. Carlos VII era figura fraca, que nada fazia para deter os invasores, mas, ao contrário, permitia que homens ineptos e gozadores dirigissem o seu povo.

A controvérsia das imagens

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A controvérsia iconoclasta teve como uma de suas consequências um maior distanciamento da Itália e do Império bizantino. Esse afrouxamento religioso, administrativo e político foi um dos antecedentes do cisma de 1054 entre orientais e ocidentais. Estudemos agora o debate iconoclasta; este ocorreu numa época em que os principais artigos da fé tinham acabado de ser formulados (em 681 o monotelitismo, fora condenado; ver capítulo 10); versava sobre uma prática tradicional dos cristãos.Os inícios da controvérsiaJá os primeiros cristãos usavam imagens nos lugares de culto, nos cemitérios e nas catacumbas. Sabiam que a proibição de fazer imagens em Ex 20,4 era contingente ou devida ao perigo de idolatria que ameaçava o povo de Israel cercado de nações pagãs. Ademais o fato de que Deus apareceu sob forma visível no mistério da Encarnação parece um convite a reproduzir a face humana do Senhor e dos seus amigos. As primeiras imagens eram inspiradas pelo texto bíblico (cordeiro, Bom Pastor, pom…

A solidão da Quaresma

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De todas as dores que Jesus sofreu em sua paixão, qual lhe doeu mais? Eu suspeito que foi a dor no seu coração e na sua alma. Há limites para a dor física. Pode-se desmaiar e assim distanciar-se um pouco da dor. Mas a dor psíquica (isto é, dor de coração e alma) pode ser sem socorro e imensurável. Pode demorar, e a raiva, permanecer por muito tempo após o doloroso acontecimento. A dor psíquica pode infiltrar-se na profundidade da alma e encontrar lugares ocultos para atormentar, alimentar-se e crescer. A dor do coração e da alma pode fazer nascer o isolamento e o desespero.

Cuidado com as penitências absurdas na Quaresma

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É preciso ter bastante cuidado com as penitências absurdas na Quaresma
Quaresma é tempo de lutar contra nossos pecados, pois ele é a pior realidade para nós. O Catecismo diz: "Aos olhos da fé, nenhum mal é mais grave que o pecado, e nada tem consequências piores para os próprios pecadores, para a Igreja e para o mundo inteiro" (n. 1489).
Olhando para Jesus, desfigurado e destruído na cruz, entendemos o horror que é o pecado. Foi preciso a morte de Cristo para que nos livrássemos do pecado e da morte eterna, a separação da alma de Deus. Então, a Igreja nos propõe 40 dias de penitência, de resistência contra o pecado na Quaresma.

Sacramento da penitência e da reconciliação

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O Catecismo nos ensina que o sacramento da Penitência é a continuidade, na força do Espírito Santo, da obra de cura e salvação de Jesus Cristo, e quem se aproxima deste sacramento pela misericórdia divina obtém o perdão e é reconciliado com Deus e com a Igreja.
Ele pode também ser chamado de sacramento da Conversão (pois voltamos para "casa", para o abraço do Pai), de Penitência (pois exige de nós esforço pessoal e eclesial de conversão), de Confissão (dos pecados e da misericórdia de Deus), Perdão, Reconciliação (pois nele nos encontramos com o Amor que reconcilia).

A Arca da Aliança

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A Arca da Aliança é descrita na Bíblia como o objeto em que as tábuas dos Dez mandamentos teriam sido guardadas, e também como veículo de comunicação entre Deus e seu povo escolhido. A Arca foi objeto de veneração entre os hebreus até seu desaparecimento, especula-se que ocorreu na conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, segundo o livro de II Macabeus, o profeta Jeremias foi o responsável por esconder a Arca.OrigemA Arca é primeiro mencionada no livro do Êxodo. Sua construção é orientada por Moisés, que por sua vez recebera instruções divinas quanto à forma e tamanho do objeto. Na Arca estavam guardadas as duas tábuas da lei; a vara de Aarão; e um vaso do maná. Estas três coisas representavam a aliança de Iahweh com o povo de Israel, para judeus e cristãos a Arca não era só uma representação, mas era a própria presença de Deus.

A Liturgia no Primeiro Século

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A liturgia no primeiro século se desenvolveu com o ensino dos Apóstolos por onde passavam. Já nos primórdios da Igreja começaram a compreender os Sacramentos instituídos por Jesus, uma vez que eles têm clara fundamentação nos Evangelhos e Cartas dos Apóstolos: Batismo (Mt 28,19), Crisma (At 8,14-17), Eucaristia (Lc 22,19-20; Mt 26,26-30; Mc 14, 22-26; 1 Cor 11,23-25), Confissão (Jo 20,22-23), Ordem (Lc 22,19), Unção dos enfermos (Tg 5,13-15) e Matrimônio (Mt 19,3-9), e aos poucos foram entendendo o seu significado. A celebração da Eucaristia foi celebrada desde o início aos domingos. São Justino, mártir (†165) escreveu:

Na SEMANA passada

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