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segunda-feira, 20 de março de 2017

Os Monges e os Mosteiros

monges e mosteiros

Os monges e os mosteiros tiveram um papel determinante na evangelização dos bárbaros na Idade Média. Cada mosteiro, com sua escola monástica, tornava-se um centro de vida religiosa e educacional. Ensinavam metalurgia, agricultura, introduziam novas culturas, foram pioneiros na tecnologia, realizavam descobertas científicas, aperfeiçoavam a paisagem europeia, socorriam os andarilhos e cuidavam dos náufragos. Os monges também preservaram a literatura, estudaram música e os escritos dos historiadores e filósofos.

Falando do papel da Igreja nos tempos bárbaros, Chateaubriand (1960), escreveu:

“Os mosteiros foram como espécies de fortalezas em que a civilização se abrigou sob a insígnia de algum santo… A cultura da alta inteligência conservou-se ali com a verdade filosófica, que renasceu da verdade religiosa. Sem a inviolabilidade e o tempo disponível do claustro, os livros e as línguas da Antiguidade não nos teriam sido transmitidos e o elo que ligava o passado ao presente ter-se-ia rompido” (O Gênio do Cristianismo).

São João Crisóstomo (349-407), doutor da Igreja, Patriarca de Constantinopla, chamado de “boca de fogo”, conta que já no seu tempo (347-407) era comum ao povo de Antioquia enviar seus filhos para serem educados pelos monges. São Bento instruiu filhos dos nobres romanos.

São Bonifácio estabeleceu uma escola em cada mosteiro fundado na Alemanha. Na Inglaterra, Santo Agostinho de Cantuária e seus monges, criaram escolas por toda parte onde foram.

Retirado do livro: História da Igreja, Idade Média. Prof. Felipe Aquino. Ed. Cléofas.

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