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sábado, 29 de abril de 2017

A Catequese é missionária

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No Dia Mundial das Missões o Papa João Paulo II, disse: “Uma Igreja, fechada em si mesma, sem abertura missionária, é uma Igreja incompleta ou está doente”. O mês de Outubro é dedicado as Missões. Você catequista é especialmente chamado a viver uma catequese missionária.
Todos os cristãos são chamados a seguir aquilo que São Paulo diz: “Anunciar o Evangelho não é um título de glória para mim; pelo contrário, é uma necessidade que me foi imposta. Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho” (ICor 9, 16).

Como era a Eucaristia no começo da Igreja?

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Evidentemente os textos mais importante sobre a presença real do corpo e do sangue do Senhor Jesus no pão e no vinho consagrados, são os textos dos Evangelhos (Mt 26,28; Mt 14, 24; Jo 6, 22-71; Mc 14, 22-24; Lc 22,19s; 1 Cor 11,23-26). No ano 56 São Paulo deixava claro aos coríntios que quem participasse indignadamente da Eucaristia, se tornaria réu do corpo e do sangue do Senhor. (1 Cor 11, 23-26) E as graves consequências desse pecado, indicadas pelo Apóstolo, mostram que a Eucaristia não é mero símbolo, mas presença real de Jesus na hóstia consagrada. Porventura o cálice de bênção que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos, não é porventura a comunhão com o corpo e Cristo? (1Cor 10,16-21)

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Correntes de oração: Coisa séria ou um desrespeito?

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Em quase todas as igrejas, nos últimos bancos ou nos pés dos santos, encontramos as famosas "correntes de oração", com descrições de prêmios recebidos ou de castigos sobre quem interrompeu a corrente ou não fez o número exato de cópias de acordo com o pedido.

Alguns textos estão cheios de erros, porque são cópias de tantas cópias já malfeitas. É admirável a criatividade de quem monta esses mecanismos para desestabilizar as pessoas.
O medo do sagrado já assusta muita gente e impressiona tanto que a pessoa acaba fazendo as cópias e enchendo a paciência de outro tanto de pessoas. Não querem que a corrente seja interrompida em suas mãos, nem analisam o texto, nem percebem que a sua estrutura básica é igual a outros textos.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Aborto: uma dor que não acaba

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Alguns episódios nos marcam de tal forma, passando a nos acompanhar dia a dia, trazendo muitas sombras em nossa vida. Eles devem ser trabalhados. Se a pessoa quiser libertar-se deles, tem de fazer uma longa caminhada e ir aos poucos colocando tudo em seu lugar, clareando bem as dimensões do fato. Uma verdadeira terapia, precedida de um trabalho junto à própria consciência.
Para uma pergunta formal, a resposta também é formal e exata. Assim acontece quando nos perguntam: Aborto é pecado? A resposta é um sim, que às vezes desequilibra a pessoa.

Para uma conversão espiritual

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Nos Atos dos Apóstolos se diz que “os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios de Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se” (At 2, 1-4).

“Vós recebestes o Espírito Santo quando abraçastes a fé?” (At 19,2). Desse modo, perguntou São Paulo a alguns discípulos da comunidade de Éfeso. Eles responderam: “Nem sequer ouvimos dizer que existe Espírito Santo!”. A resposta não foi certamente encorajadora, uma resposta que hoje muitos homens do nosso tempo não deixariam de repetir. A esta pergunta muitos católicos que receberam os sacramentos de iniciação cristã responderiam certamente “sim”.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Destino: uma estória ou uma realidade?

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O consolo que muitas pessoas nos trazem em certas horas não passa de incapacidade de analisar situações e de encontrar a explicação exata no momento. É fácil ser fatalista e dizer: "É o destino"; "Estava marcado"; "Tinha de passar por isso".
Entendem o destino como uma necessidade cega, uma força contra a qual não adianta lutar. Já os antigos gregos figuravam o destino em uma estátua com coroa, cetro, uma uma de segredos, uma roda com correntes e a terra sob os pés; uma forma de mostrar a fatalidade.
E quantas pessoas hoje se alimentam do destino e o acatam como a única explicação viável para tantos acidentes e acontecimentos da vida. Por isso mesmo vivem em adivinhos, em leitores de cartas, tarôs, búzios, horóscopos, acreditando que uma pessoa tenha força para evitar a má sorte.

Quando foi celebrada a primeira missa no Brasil?

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Há 517 anos, em pleno domingo da oitava de Páscoa

26 de abril de 1500, domingo da oitava de Páscoa: essa foi a data da primeira Santa Missa celebrada em solo brasileiro!

O sacerdote que a presidiu foi o frei Henrique de Coimbra, acompanhado pelos seus irmãos franciscanos de um grupo de oito missionários, além de alguns sacerdotes seculares – entre eles, um vigário destinado à Índia.

Foram 47 dias de viagem pelo Atlântico até que todos os preparativos para a primeira Missa no Brasil fossem terminados.

O Dom do Conselho em Maria

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Nossa Senhora tem muitos dons. Ela é cheia de graça. Aqui transcrevemos uma matéria sobre um desses dons em Maria:
Nada mais banal do que o correr das águas num rio; entretanto, nada mais emocionante e grandioso do que o momento em que as sagradas águas do Batismo caem sobre a cabeça do neófito, pois é neste momento que Deus infunde na alma as virtudes teologais e cardeais, que inclinam a vontade à realização de boas obras.
Entretanto, devido à imensa fragilidade do homem após o pecado original, as virtudes não são suficientes para fazê-lo viver com toda a perfeição. Por este motivo, Deus concede também os sete dons do Espírito Santo - entendimento, sabedoria, ciência, conselho, fortaleza, piedade e temor de Deus - que são "hábitos sobrenaturais infusos, que agem sobre as virtudes, fortalecendo-as, tornando-as mais robustas e conduzindo-as a seu pleno desenvolvimento".1

Nossa Senhora do Bom Conselho

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LEIA SOBRE : AQUI

O milagroso afresco da Mãe do Bom Conselho

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Ela é caridosa, Ela é dadivosa, Ela ajuda, Ela protege, Ela afaga, Ela perdoa, Ela restaura, Ela abençoa, Ela acalma as tempestades. O que pede Ela para te dar tantos bens?

Cantos, risos, sons de instrumentos musicais... O povo italiano, artístico por natureza, sempre celebrou seus padroeiros com alegre e popular pompa. No dia 25 de abril de 1467, a pequena cidade de Genazzano comemorava a festa de São Marcos. A Divina Providência reservara-lhe algo de especial para essa jornada. Por volta das quatro da tarde, as pessoas reunidas na Praça de Santa Maria viram um espetáculo todo celestial.
- Que nuvem prateada é essa, cruzando velozmente os céus e emitindo raios esplendorosos? De onde vem e para onde vai?
- E essas vozes angelicais? Que músicas maravilhosas! Nunca as havíamos escutado antes!

terça-feira, 25 de abril de 2017

O martírio das Carmelitas na Revolução Francesa

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A escritora Gertrud von le Fort mostrou em seu livro A ÚLTIMA AO CADAFALSO (Ed. Quadrante, SP), o quão perversa e sanguinária foi a Revolução Francesa (1789) que nada teve de “Igualdade, liberdade e fraternidade”, como se propaga, mas foi a encarnação diabólica do mal na França, especialmente contra a Igreja Católica.

O texto abaixo mostra o assassinato covarde e revoltante de 16 irmãs carmelitas de Compiègne, na guilhotina, acusadas maldosamente de serem “subversivas” e inimigas da Revolução. Como, se eram enclausuradas? Foi o ódio de Satanás contra aquelas que ofereciam a Deus a sua vida para aplacar a cólera de Deus na França. Leia este relato e depois o livro todo, para não ser enganado.

Devoções: uma prática que obriga?

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Há cenas práticas que são necessárias para se manter a fé sempre viva e para expressar a comunhão com a comunidade, mas há práticas que são opcionais. Na vida cada um escolhe seu modo de caminhar para Deus e de trabalhar seu interior. Muitas pessoas nos ensinam caminhos que elas já percorreram e que podem realmente facilitar o crescimento espiritual. No final de tudo a decisão é de cada um.
Essas práticas entram no rol das devoções. Devoção a um santo nos leva a conhecer sua vida, seu trabalho, sua espiritualidade e tentar imitar suas virtudes, não é só um ato de piedade. Existem devoções que são atos de piedade, assim como as orações que rezamos diariamente, a prática de acender velas aos santos, a recitação do terço, a devoção às primeiras sextas etc.

Você conhece os quatro “C” para se confessar bem?

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Um conselho de São Josemaria Escrivá de Balaguer para uma boa confissão

Do lado do confessor, São Josemaria Escrivá, um padre do século XX, deu o melhor conselho que já vi sobre o que devemos fazer quando estamos no confessionário. Ele aconselhava seus penitentes a cumprir os quatro “C”. Faça sua confissão: completa, contrita, clara e concisa.

Faça sua confissão completa. Não omita qualquer pecado mortal, é claro; e certifique-se de incluir os pecados veniais que estão lhe causando problema. Mais importante ainda, não se esqueça daqueles pecados que o deixam embaraçado. É melhor começar sua confissão pelos pecados que tem mais dificuldade em admitir. Depois disso, eles só podem ficar mais fáceis.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Por que os Papas serão canonizados?

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Os Papas João XXIII e João Paulo II foram canonizados porque a Igreja – depois do processo normal de canonização – conclui que, de fato, são santos, viveram conforme a vontade de Deus. Nós mesmos podemos comprovar a santidade desses dois gigantes da fé católica; nada mais natural e necessário que a Igreja – infalível nesta hora – os canonize.

A Igreja canoniza os santos porque sabe que eles no céu “intercedem por nós sem cessar”, como diz a Liturgia eucarística; e assim, antecipam a chegada da plenitude  do Reino de Deus. O povo católico sabe que os santos nos ajudam com suas preces e seus méritos diante de Deus, socorrendo-nos em nossas necessidades. Então, certa disso, a Igreja, usando da infalibilidade do seu Magistério, sobretudo do Papa, nos indica aqueles que já estão na glória de Deus intercedendo por nós. Já são mais de vinte mil. O povo católico sabe que o Santo Padre não pode errar quando assina o decreto de canonização de um santo, por isso, logo faz a sua imagem para venerar com devoção e pedir as graças a Deus por sua intercessão.

A Presença Real de Cristo na Eucaristia

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Desde que Jesus instituiu a Eucaristia na Santa Ceia, a Igreja nunca cessou de celebrá-la, crendo firmemente na presença do Senhor na Hóstia consagrada pelo sacerdote legitimamente ordenado pela Igreja. Nunca a Igreja duvidou da presença real do Corpo, Sangue, Alma e Divindade do Senhor na Eucaristia. Desde os primeiros séculos os Padres da Igreja ensinaram esta grande verdade recebida dos Apóstolos.

São Cirilo de Jerusalém (315-386) assim falava aos fiéis:

“Na cavidade da mão recebe o corpo de Cristo; dize Amém e com zelo santifica os olhos ao contato do corpo santo… Depois aproxima-te do cálice. Dize Amém e santifica-te tomando o sangue de Cristo. A seguir, toca de leve os teus lábios, ainda úmidos, com tuas mãos, e santifica os olhos, a testa e os outros sentidos (ouvidos, garganta, etc.)”

sábado, 22 de abril de 2017

De onde vêm nossas doenças?

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A dor é uma surpresa sempre. Por mais que se ensine que a dor é inerente à natureza, quando acontece em nós fazemos um alarde: por que aconteceu isso logo comigo?
Esse "logo comigo" é a expressão do nosso egoísmo, pois se fosse com os outros a dor não nos incomodaria.
A doença revela a fragilidade da natureza humana, mostra sua capacidade e seus limites. A grande luta da ciência está no prolongar a vida, no acabar com a dor, no extirpar as doenças.

Nossa Senhora da Saúde

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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Exame de consciência: caminho para crescer?

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Exame de consciência é um olhar para dentro de si, uma análise de tudo o que se fez. Faz bem descobrir as boas ações, perceber o valor das grandes e pequenas coisas que fizemos.
Faz muito bem descobrir também os erros, as falhas, as vezes que não conseguimos expressar-nos com bondade. Um momento que serve para agradecer a Deus e se valorizar mais. Outro olhar é uma oportunidade de encontrar o caminho certo, corrigindo erros e faltas.
Temos um costume de fazer exame de consciência para ver só os erros, mas é bom nos habituarmos a ver aquilo que fizemos de bom durante o dia. Quem não se analisa, não se conhece, não tem chance de mudar.
O silêncio e a concentração vão nos ajudar a percebermos nosso interior, vão nos ajudar na avaliação e nos fortalecerão nos princípios que devem orientar nossa vida.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

As devoções da Igreja para cada mês do Ano

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A Igreja procura santificar o ano todo celebrando a cada dia os Santos do dia, ou as festa e solenidades especiais. Mas também a cada mês do ano a Igreja dedica uma devoção particular. A escolha dessa devoção mensal é feita com base em algum acontecimento histórico ou alguma celebração litúrgica especial.

Essas devoções surgiram espontaneamente ao longo da vida da Igreja, e nem sempre é possível se determinar exatamente a data e o local de sua origem. E isto pode mudar de um país para o outro, dentro da unidade da Igreja respeitando a saudável diversidade; especialmente as diferenças culturais do Ocidente e do Oriente católicos. No livro “Orações de todos os tempos da Igreja” (Ed. Cléofas, 1998) você encontra orações para todas essas devoções.

Namoro e noivado: um tempo quente?

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Há muitos ganhos nos tempos modernos, ganhos de liberdade de se conversar sobre tudo, de facilidade de orientação, esclarecimento, abertura e menos tabus. Por outro lado, vemos como surgem problemas, exageros, deturpações e desequilíbrios que levam ao desrespeito total.

Os meios de comunicação abriram um leque de possibilidades de informação, mas colocaram também suas idéias secularizadas, seus valores sem consideração pela dignidade da pessoa humana e pelo Evangelho. Chamam a atenção sobre o prazer, sobre uma liberdade que não se compromete, sem nenhuma escala de valores, sem ética, misturando o transitório com os valores perenes. Assim joga a juventude em loucas aventuras pelas quais ninguém se responsabiliza depois.

O Primado de Pedro

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Ao instituir a Igreja, a partir do Colégio dos Doze Apóstolos, Jesus o quis como um grupo estável e escolheu Pedro para chefiá-lo.

É fácil compreender essa iniciativa do Senhor. Todo grupo humano precisa ter uma Cabeça visível para manter a sua ordem e integridade. Nenhuma instituição humana sobrevive sem observar esta lei.

O Código de Direito Canônico da Igreja, diz que:

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Nossa Senhora é uma só?

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Há gente que faz coleção de imagens de Nossa Senhora em sua casa, além de tamanhos diversos, também com títulos diferentes. E são tantos títulos e representações de Nossa Senhora que, às vezes, nem sabemos identifica-la. O que se passa na cabeça dessa gente com todas essas "Nossa Senhora"?
Nossa Senhora é uma só: a Maria de Nazaré de que fala a Bíblia, que nos trouxe Jesus, acompanhou-o na vida até a hora da morte e esteve junto da primeira comunidade em Jerusalém. Mas como teve uma missão importante, e aos pés da cruz recebeu outra missão também importante, ela ocupa um lugar de destaque na vida da Igreja e na história da salvação.
Desde o início a Igreja reconheceu Nossa Senhora. E de acordo com sua missão e intercessão, ela foi recebendo diversos títulos significando sua presença na vida da Igreja desde o tempo das primeiras comunidades. Outros títulos nasceram de devoções particulares e locais, que foram depois levadas para outros lugares. Outras representações são simbólicas e trazem uma mensagem, como Nossa Senhora Aparecida. Todos sabemos que Nossa Senhora era judia, mas nada impede que a veneremos em uma imagem japonesa.

A ruína de Jerusalém e o fim dos tempos

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5. Como lhe chamassem a atenção para a construção do templo feito de belas pedras e recamado de ricos donativos, Jesus disse:
6. Dias virão em que destas coisas que vedes não ficará pedra sobre pedra: tudo será destruído.
7. Então o interrogaram: Mestre, quando acontecerá isso? E que sinal haverá para saber-se que isso se vai cumprir?
8. Jesus respondeu: Vede que não sejais enganados. Muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu; e ainda: O tempo está próximo. Não sigais após eles.

Eucaristia, alimento e remédio

Eucharist-01“A Eucaristia é o pão de cada dia, que se toma como remédio para a nossa fraqueza de cada dia”. Santo Agostinho

São Paulo mostrou seu desapontamento verificando que, apesar da celebração da Eucaristia, havia ainda na comunidade de Corinto “muitos fracos e enfermos e um bom número de mortos” (1Cor 11,30). As primeiras gerações cristãs acreditavam nas curas pela Eucaristia. Por exemplo, S. Cirilo de Alexandria (370-444) disse: “Se apenas o contato com a sua santa carne restituía a vida à matéria já deteriorada, quão grande proveito não haveríamos de tirar da Eucaristia vivificante, quando a recebemos, visto que não é possível que a Vida não faça viver aqueles aos quais ela se infunde”.

Por que fazemos o sinal da Cruz?

il-segno-della-croce“É a cruz que fecunda a Igreja, ilumina os povos, guarda o deserto, abre o paraíso.” Proclo de Constantinopla, bispo

A primeira coisa que nossos pais católicos nos ensinam a fazer é o sinal da Cruz. É uma das mais belas marcas de nossa religião; é o ato que inicia e termina nossas orações particulares ou coletivas. É um sinal externo que “nos volta para Deus”.

Sua referência é bíblica. Uma delas está no livro de Ezequiel (9,3-4): “O Senhor disse: Percorre a cidade, atravessa Jerusalém e marca na fronte os que se lamentaram afligidos pelas abominações que nela se cometem.”

A marca é um tau (T), última letra do alfabeto hebraico, que tinha a forma de uma cruz. Os marcados são propriedade do Senhor, uma porção sagrada e intocável. Em Apocalipse 7,3 temos outra cena semelhante: “Não causeis danos à terra nem ao mar nem às árvores, até que selemos a fronte dos servos do nosso Deus.” Em ambos os textos, a marca na fronte significava a salvação e sem ele o homem não seria poupado.

terça-feira, 18 de abril de 2017

A verdadeira riqueza da Igreja

vaticanonoiteA Igreja é de fato riquíssima, e acumulou nos seus vinte séculos um tesouro incalculável!

Na verdade ela é rica desde a sua origem, porque o seu Criador e mentor é o próprio Deus; é Dele que vem toda a sua riqueza. Ela é o próprio Corpo de Cristo (1Cor 12,27). Mas ela é rica também, porque é a “Igreja dos Santos”, como disse George Bernanos. Os Santos são a sua grande riqueza, como que reprodução do próprio Cristo. Ela é a Igreja de Pedro de Cafarnaum, que deixou as redes para seguir o Senhor e morreu de cabeça para baixo, sob Nero, por amor a ela; é a Igreja de Paulo de Tarso, que rodou o mundo até Roma, para ali ser martirizado por ela.

Oférta da viúva


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1. Levantando os olhos, viu Jesus os ricos que deitavam as suas ofertas no cofre do templo.
2. Viu também uma viúva pobrezinha deitar duas pequeninas moedas,
3. e disse: Em verdade vos digo: esta pobre viúva pôs mais do que os outros.
4. Pois todos aqueles lançaram nas ofertas de Deus o que lhes sobra; esta, porém, deu, da sua indigência, tudo o que lhe restava para o sustento.
Lucas  21,  1-4            Marcos   12,  41-44

Adão e Eva existiram mesmo?

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Adão e Eva existiram de fato; foram os primeiros humanos, não se pode negar isso. Não sabemos onde foram criados e nem quando, mas são tão reais quanto é real o gênero humano. Deus se apresentou ao homem nas suas origens, ao homem real e não a um ser fictício. Adão e Eva são nomes de origem hebraica; representam os primeiros seres humanos.

A ciência, e não a Igreja, é quem deve dizer onde eles existiram e quando. Uma notícia publicada esta semana na famosa revista científica Science diz que os paleontólogos descobriram em 2005, na Geórgia, próximo do Mar Negro, um crânio humano de 1,8 milhões de anos. Com base nos estudos dessa descoberta esses cientistas disseram que se reforça a hipótese de que a humanidade surgiu de uma única espécie. Com o avanço da ciência saberemos um dia onde surgiu o primeiro casal humano, isto é, os primeiros que receberam de Deus uma alma imortal, ou seja, Adão e Eva.

Ascensão de Jesus aos céu

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50. Depois os levou para Betânia e, levantando as mãos, os abençoou.
51. Enquanto os abençoava, separou-se deles e foi arrebatado ao céu.
52. Depois de o terem adorado, voltaram para Jerusalém com grande júbilo.
53. E permaneciam no templo, louvando e bendizendo a Deus.

Lucas  24,  50-53    Marcos  16,  19s

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Você conhece os Mártires do Brasil?

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Creio que poucas pessoas sabem que o Brasil é berço de muitos mártires que morreram por defender a fé católica em solo brasileiro. Nem todos eram nascidos no país, mas evangelizavam aqui e por isso morreram pela fé católica. Mártir, para a Igreja, oficialmente, é só aquela pessoa que foi beatificada pelo Papa e declarada por ele mártir, após um longo e rigoroso processo. Infelizmente se tem usado a palavra “mártir” na Igreja indevidamente. Não podemos nos adiantar à decisão da Instituição criada por Cristo.

Pagar ou não pagar o dízimo?

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Essas expressões fazem a Igreja cheirar comércio e fazem mais mal do que bem.
Ninguém tem de pagar; o dízimo é uma contribuição generosa feita por quem tem consciência e percebe que ele é responsável pela manutenção do culto e pelo crescimento de sua comunidade. Então essa pessoa assume a comunidade e passa a ajudar com seu trabalho e economicamente.
O dízimo tem base na Bíblia. Há referências que estão ligadas à manutenção dos levitas e sacerdotes e do Templo de Jerusalém. É uma pena que hoje o dízimo seja levado mais para essa direção, porque ele teria muito mais força se fosse orientado para o social na comunidade. E aqui ficam o grande problema e uma pergunta: "O que realmente se faz com o dízimo em nossas paróquias? Há uma prestação de contas à comunidade?".

Desconfiar dos escribas

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41. Jesus perguntou-lhes: Como se pode dizer que Cristo é filho de Davi?
42. Pois o próprio Davi, no livro dos Salmos, diz: Disse o Senhor a meu Senhor: Senta-te à minha direita,
43. até que eu ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés (Sl 109,1).
44. Portanto, Davi o chama de Senhor! Como, pois, é ele seu filho?
45. Enquanto todo o povo o ouvia, disse a seus discípulos:
46. Guardai-vos dos escribas, que querem andar de roupas compridas e gostam das saudações nas praças públicas, das primeiras cadeiras nas sinagogas e dos primeiros lugares dos banquetes;
47. que devoram as casas das viúvas, fingindo fazer longas orações. Eles receberão castigo mais rigoroso.

Lucas   20,  41-47    Mateus   23,  1-7.14    Marcos  12, 38ss

Por que o Verbo se fez Homem?

488px-Bartolomé_Esteban_Perez_Murillo_023O maior acontecimento da história humana foi a Encarnação do Verbo. “Por nós, homens, e para a nossa salvação”, diz o nosso Credo, desceu à Terra, no seio virginal de Maria e se fez um de nós; “armou a sua tenda entre nós”; se fez nosso Irmão, e nos reconciliou com Deus por seu sacrifício na Cruz. “O Pai enviou seu Filho como o Salvador do mundo” (1Jo 4,14). “Este apareceu para tirar os pecados” (1Jo 3,5).

O pecado de todos os homens ofende a Majestade infinita de Deus; fere a justiça e o direito divinos; e isso não pode ser reparado por uma recompensa apenas humana. Só Deus poderia reparar uma ofensa infinita praticada contra Deus; então, Deus mesmo, na pessoa do Verbo encarnado, feito homem, veio reparar essa ofensa. No seio da Trindade o Verbo se ofereceu para essa Missão: fazer-se homem, para, no lugar do homem oferecer a oblação de valor infinito de sua vida pela salvação de todos os seus irmãos. “O´ Senhor, quanto Te custou nos ter amado!”, exclamou o doutor da Igreja Santo Afonso de Ligório.

Aparição de Jesus aos Onze

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36. Enquanto ainda falavam dessas coisas, Jesus apresentou-se no meio deles e disse-lhes: A paz esteja convosco!
37. Perturbados e espantados, pensaram estar vendo um espírito.
38. Mas ele lhes disse: Por que estais perturbados, e por que essas dúvidas nos vossos corações?
39. Vede minhas mãos e meus pés, sou eu mesmo; apalpai e vede: um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que tenho.

domingo, 16 de abril de 2017

Os Discipulos de Emaús

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13. Nesse mesmo dia, dois discípulos caminhavam para uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios.
14. Iam falando um com o outro de tudo o que se tinha passado.
15. Enquanto iam conversando e discorrendo entre si, o mesmo Jesus aproximou-se deles e caminhava com eles.
16. Mas os olhos estavam-lhes como que vendados e não o reconheceram.
17. Perguntou-lhes, então: De que estais falando pelo caminho, e por que estais tristes?

Domingo de Ressurreição: O triunfo de Jesus

Nosso Senhor na Ressurreição, Granada, Espanha.

Nosso Senhor na Ressurreição, Granada, Espanha.

Pelo fato do sagrado cadáver dEle ter tocado naquilo, o Santo Sepulcro ficou respeitável e participa da respeitabilidade dEle.
O Sepulcro está vazio, mas Ele tinha estado lá dentro. E, portanto, ficou respeitável e venerável a um grau inimaginável.
Bonito imaginar na noite da ressurreição de Nosso Senhor, o cadáver dEle que de repente começa a se mexer.
Já antes o Santo Sepulcro estava cheio de anjos e cheio de luz.
Nesta luz, Ele começa a se mexer. Não é um brusco levantar-se. E depois se levanta.

Semana Santa:…

… sublimidade da fisionomia moral de Nosso Senhor Jesus Cristo

Cristo na Oração no Horto das Oliveiras.

Cristo na Oração no Horto das Oliveiras.

Jesus Cristo se manifestou mais plenamente no sofrimento


Há um traço de Nosso Senhor Jesus Cristo em que apareceu toda a grandeza d’Ele, como um fruto que se parte e exala o seu melhor aroma, dá seu melhor sabor e mostra melhor sua beleza: Ele enquanto sofredor.
A dor é a circunstância da vida em que a miséria humana mais aparece.
Esmagado pela dor, o homem geme, foge, chora, protesta, aniquila-se, revolta-se. Habitualmente, a dor causa no homem verdadeiro pavor.
Por outro lado, o homem que enfrenta a dor nas suas várias modalidades adquire uma extraordinária formosura de alma.

Ressurreição: o reinício de todas as esperanças

Ressurreição, basílica de São Pedro e São Paulo, Malta

Ressurreição, basílica de São Pedro e São Paulo, Malta

Correu-se a laje. Pareceu tudo acabado.
Mais foi o momento em que tudo recomeçou. O reagrupamento dos Apóstolos. O renascer das dedicações, das esperanças.
Na dor, nas trevas, na incompreensão, a grande Páscoa se aproximava.
O ódio dos inimigos rondava em torno do Santo Sepulcro e de Maria Santíssima e dos Apóstolos.
Mas Eles não temiam. Porque em pouco raiaria a manhã da Ressurreição.
Possa também eu, Senhor Jesus, não temer. Não temer quando tudo parecer perdido irremediavelmente.
Não temer quando todas as forças da Terra parecerem postas em mãos de vossos inimigos.
Não temer porque estou aos pés de Nossa Senhora, junto da qual se reagruparão sempre, e sempre mais uma vez, para novas vitórias, os verdadeiros seguidores da vossa Igreja.

(Autor: Plínio Corrêa de Oliveira, Via Sacra, Catolicismo, março 1951, com ligeiras adaptações. Foto: Ressurreição, basílica de São Pedro e São Paulo, Malta)

Por: Luis Dufaur

Ressurreição de Jesus

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1. No primeiro dia da semana, muito cedo, dirigiram-se ao sepulcro com os aromas que haviam preparado.
2. Acharam a pedra removida longe da abertura do sepulcro.
3. Entraram, mas não encontraram o corpo do Senhor Jesus.
4. Não sabiam elas o que pensar, quando apareceram em frente delas dois personagens com vestes resplandecentes.
5. Como estivessem amedrontadas e voltassem o rosto para o chão, disseram-lhes eles: Por que buscais entre os mortos aquele que está vivo?
6. Não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos de como ele vos disse, quando ainda estava na Galiléia:
7. O Filho do Homem deve ser entregue nas mãos dos pecadores e crucificado, mas ressuscitará ao terceiro dia.
8. Então elas se lembraram das palavras de Jesus.
9. Voltando do sepulcro, contaram tudo isso aos Onze e a todos os demais.
10. Eram elas Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago; as outras suas amigas relataram aos apóstolos a mesma coisa.
11. Mas essas notícias pareciam-lhes como um delírio, e não lhes deram crédito.
12. Contudo, Pedro correu ao sepulcro; inclinando-se para olhar, viu só os panos de linho na terra. Depois, retirou-se para a sua casa, admirado do que acontecera.

Lucas  24,  1-12    Mateus  28,  1-8    Marcos   16,  1-18

sábado, 15 de abril de 2017

Festividades Judaicas

Páscoa-Judaica-e-Seus-Símbolos-21

Todos os povos da terra possuem e sempre possuíram datas importantes nas quais comemoram algum evento cívico, militar ou religioso. Os judeus do tempo de Jesus também tinham algumas datas especiais, que eram festejadas com grande participação popular, principalmente em Jerusalém.

Sete eram as festividades judaicas, algumas das quais também são registradas pelos Evangelhos por causa da presença de Jesus. Eram elas:

Sepultura

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50. Havia um homem, por nome José, membro do conselho, homem reto e justo.
51. Ele não havia concordado com a decisão dos outros nem com os atos deles. Originário de Arimatéia, cidade da Judéia, esperava ele o Reino de Deus.
52. Foi ter com Pilatos e lhe pediu o corpo de Jesus.
53. Ele o desceu da cruz, envolveu-o num pano de linho e colocou-o num sepulcro, escavado na rocha, onde ainda ninguém havia sido depositado.
54. Era o dia da Preparação e já ia principiar o sábado.
55. As mulheres, que tinham vindo com Jesus da Galiléia, acompanharam José. Elas viram o túmulo e o modo como o corpo de Jesus ali fora depositado.
56. Elas voltaram e prepararam aromas e bálsamos. No dia de sábado, observaram o preceito do repouso.

Lucas  23,  50-56  Mateus  27, 57-61  Marcos  15,  42-47  João  19,  38-42

As provas da Ressurreição de Jesus

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A Igreja não tem dúvida em afirmar que a Ressurreição de Jesus foi um evento histórico e transcendente. No §639 o Catecismo afirma: “O mistério da Ressurreição de Cristo é um acontecimento real que teve manifestações historicamente constatadas, como atesta o Novo Testamento. Já S. Paulo escrevia aos Coríntios pelo ano de 56: “Eu vos transmiti… o que eu mesmo recebi: Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras. Foi sepultado, ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras. Apareceu a Cefas, e depois aos Doze” (1Cor 15,3-4). O apóstolo fala aqui da viva tradição da Ressurreição, que ficou conhecendo após sua conversão às portas de Damasco.

Parábola do dinheiro emprestado

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11. Ouviam-no falar. E como estava perto de Jerusalém, alguns se persuadiam de que o Reino de Deus se havia de manifestar brevemente; ele acrescentou esta parábola:
12. Um homem ilustre foi para um país distante, a fim de ser investido da realeza e depois regressar.
13. Chamou dez dos seus servos e deu-lhes dez minas, dizendo-lhes: Negociai até eu voltar.

Sobre a pessoa de Jesus Cristo

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Concílio Ecumênico de Calcedônia (451):

”Na linha dos Santos Padres, ensinamos unanimemente a confessar um só e mesmo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, o mesmo perfeito em divindade e perfeito em humanidade, o mesmo verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, composto de uma alma racional e de um corpo, consubstancial ao Pai segundo a divindade, consubstancial a nós segundo a humanidade, ‘semelhante a nós em tudo, com exceção do pecado’ (Hb 4, 15); gerado do Pai antes de todos os séculos segundo a divindade, e nesses últimos dias, para nós e para a nossa salvação, nascido da Virgem Maria, Mãe de Deus, segundo a humanidade.”

sexta-feira, 14 de abril de 2017

A celebração da Páscoa judaica e as tradições culturais: simbologia e significado

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TOMAZ, Paulo Cesar (PPH/UEM)

PELEGRINI, Sandra de Cássia Araújo (UEM/NEE/UNICAMP)


OBS: Os grifos e as imagens são de minha escolha, e não dos autores.

A Páscoa Judaica ou Pêssach é uma festa religiosa comemorada pelo povo judeu, evocando a passagem da escravidão no Egito para a condição de liberdade, conforme evento descrito na Torah(Livro Sagrado dos Judeus). Essa festa religiosa é comemorada anualmente pelos judeus em todo o mundo, sendo sua presença também observada por seus descendentes aqui no Brasil através das Sinagogas Judaicas, como a do Centro Israelita do Paraná (CIP) em Curitiba, por exemplo. A festa reúne todos os anos, durante o mês de abril, as famílias e os amigos em torno da mesa de Pêssach, onde se segue um cuidadoso ritual de preparação com orações e uma culinária específica para a ocasião. Tal celebração religiosa faz parte integrante do patrimônio cultural brasileiro, o qual merece ser conhecido e estudado em sua simbologia e significado, embora o governo brasileiro, desde a década de 1930, não tenha priorizado as contribuições dos imigrantes na formação cultural brasileira.

Somente nas últimas décadas do século XX, o conceito de patrimônio cultural se expandiu e passou a incorporar os referenciais culturais dos povos e a percepção dos bens culturais nas dimensões testemunhais do cotidiano e das realizações intangíveis. Nesse sentido, como bem o lembram Pedro Paulo Funari e Sandra Pelegrini a “ampliação do conceito de patrimônio observado no artigo 216, da Constituição Federal Brasileira” (1988), estimulou a criação de ferramentas de proteção dos bens culturais no país:

Jesus a caminho da Cruz

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26. Enquanto o conduziam, detiveram um certo Simão de Cirene, que voltava do campo, e impuseram-lhe a cruz para que a carregasse atrás de Jesus.
27. Seguia-o uma grande multidão de povo e de mulheres, que batiam no peito e o lamentavam.
28. Voltando-se para elas, Jesus disse: Filhas de Jerusalém, não choreis sobre mim, mas chorai sobre vós mesmas e sobre vossos filhos.
29. Porque virão dias em que se dirá: Felizes as estéreis, os ventres que não geraram e os peitos que não amamentaram!
30. Então dirão aos montes: Caí sobre nós! E aos outeiros: Cobri-nos!
31. Porque, se eles fazem isto ao lenho verde, que acontecerá ao seco?
32. Eram conduzidos ao mesmo tempo dois malfeitores para serem mortos com Jesus.
33. Chegados que foram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, como também os ladrões, um à direita e outro à esquerda.
34. E Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem. Eles dividiram as suas vestes e as sortearam.
35. A multidão conservava-se lá e observava. Os príncipes dos sacerdotes escarneciam de Jesus, dizendo: Salvou a outros, que se salve a si próprio, se é o Cristo, o escolhido de Deus!
36. Do mesmo modo zombavam dele os soldados. Aproximavam-se dele, ofereciam-lhe vinagre e diziam:
37. Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo.
38. Por cima de sua cabeça pendia esta inscrição: Este é o rei dos judeus.
39. Um dos malfeitores, ali crucificados, blasfemava contra ele: Se és o Cristo, salva-te a ti mesmo e salva-nos a nós!
40. Mas o outro o repreendeu: Nem sequer temes a Deus, tu que sofres no mesmo suplício?
41. Para nós isto é justo: recebemos o que mereceram os nossos crimes, mas este não fez mal algum.
42. E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim, quando tiveres entrado no teu Reino!
43. Jesus respondeu-lhe: Em verdade te digo: hoje estarás comigo no paraíso.
44. Era quase à hora sexta e em toda a terra houve trevas até a hora nona.
45. Escureceu-se o sol e o véu do templo rasgou-se pelo meio.
46. Jesus deu então um grande brado e disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, dizendo isso, expirou.
47. Vendo o centurião o que acontecia, deu glória a Deus e disse: Na verdade, este homem era um justo.
48. E toda a multidão dos que assistiam a este espetáculo e viam o que se passava, voltou batendo no peito.
49. Os amigos de Jesus, como também as mulheres que o tinham seguido desde a Galiléia, conservavam-se a certa distância, e observavam estas coisas.

Lucas  23,  26-49  Mateus  27,  32-56  Marcos  15,  21-41  João  19,   17-37

Zaqueu recebe Jesus

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1. Jesus entrou em Jericó e ia atravessando a cidade.
2. Havia aí um homem muito rico chamado Zaqueu, chefe dos recebedores de impostos.
3. Ele procurava ver quem era Jesus, mas não o conseguia por causa da multidão, porque era de baixa estatura.
4. Ele correu adiande, subiu a um sicômoro para o ver, quando ele passasse por ali.
5. Chegando Jesus àquele lugar e levantando os olhos, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque é preciso que eu fique hoje em tua casa.
6. Ele desceu a toda a pressa e recebeu-o alegremente.
7. Vendo isto, todos murmuravam e diziam: Ele vai hospedar-se em casa de um pecador...
8. Zaqueu, entretanto, de pé diante do Senhor, disse-lhe: Senhor, vou dar a metade dos meus bens aos pobres e, se tiver defraudado alguém, restituirei o quádruplo.
9. Disse-lhe Jesus: Hoje entrou a salvação nesta casa, porquanto também este é filho de Abraão.
10. Pois o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido.

Lucas 19, 1-10

As provas da Ressurreição de Jesus

Fig. 10A Igreja não tem dúvida em afirmar que a Ressurreição de Jesus foi um evento histórico e transcendente. No §639 o Catecismo afirma: “O mistério da Ressurreição de Cristo é um acontecimento real que teve manifestações historicamente constatadas, como atesta o Novo Testamento. Já S. Paulo escrevia aos Coríntios pelo ano de 56: Eu vos transmiti… o que eu mesmo recebi: Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras. Foi sepultado, ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras. Apareceu a Cefas, e depois aos Doze” (1Cor 15,3-4). O apóstolo fala aqui da viva tradição da Ressurreição, que ficou conhecendo após sua conversão às portas de Damasco.

Suicídio: pecado ou desequilíbrio?

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Esse acontecimento na vida da família traz tantos transtornos e preocupações.
Além do trauma, traz também uma pergunta: "Quando alguém se suicida, ele se salva?" Há dois pontos a se considerar e que são básicos para se responder a essa pergunta. O primeiro nos leva a considerar a vontade salvadora de Deus manifestada em Jesus, que disse: "Eu vim para que todos tenham vida"; "Aqueles que o Pai me deu, eu não perco nenhum". Entramos no mistério da vontade de Deus que quer salvar a todos. Da nossa parte temos de saber que é impossível julgar alguém; isso não nos compete. Ninguém sabe o caminho da misericórdia de Deus.

Eis a tua Mãe…

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1. Depois de ter confiado João a Maria com as palavras: ´Mulher, eis aí o teu filho!´, Jesus, do alto da cruz, dirige´se ao discípulo predileto, dizendo´lhe: ´Eis aí a tua Mãe!´ (Jo. 19, 26´27). Com esta expressão, Ele revela a Maria o vértice da sua maternidade: enquanto Mãe do Salvador, Ela é a mãe também dos remidos, de todos os membros do Corpo Místico do Filho.
A Virgem acolhe no silêncio a elevação a este máximo grau da sua maternidade de graça, tendo já dado uma resposta de fé com o seu ´sim´ na Anunciação.

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