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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Quando a fé se torna pequena…

…, as dificuldades agigantam‑se

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Quando a fé se torna pequena, as dificuldades agigantam‑se: “A fé viva depende da capacidade que eu tenha de responder afirmativamente a esse Deus que me chama e quer tratar‑me e ser meu amigo, a grande companhia da minha vida. Portanto, se eu lhe digo “sim, aqui estou” [...], se passo a viver ao seu lado, robusteço a minha fé, porque a minha fé alicerça‑se em Deus [...]. Pelo contrário, se me distancio de Deus, se o esqueço, se o empurro para a periferia da minha vida, e esta submerge naquilo que é puramente material e humano; se me deixo arrastar pelas evidências imediatas e Deus se desvanece da minha alma, como posso ter uma fé viva? Se não procuro o trato íntimo com Cristo, o que é que resta da minha fé? Por isso, temos de concluir que, em última instância, todos os obstáculos à vida de fé se reduzem na sua gênese a um afastamento de Deus, a um separar‑se de Deus, a um deixar de conviver com Ele num trato face a face”.

Nos perigos, nos tropeços, nas dúvidas, é para Cristo que devemos olhar: Corramos com perseverança para o combate que nos é proposto, pondo os olhos no autor e consumador da fé, Jesus, podemos ler na Epístola aos Hebreus.
Mais ainda, junto de Cristo, os conflitos e trabalhos que encontramos quase todos os dias fortalecem‑nos a fé, firmam‑nos a esperança e unem‑nos mais a Ele. Acontece conosco o mesmo que com “as árvores que crescem em lugares sombreados e livres de ventos: enquanto se desenvolvem externamente com um aspecto próspero, tornam‑se fracas e moles, e facilmente são atacadas por qualquer coisa; mas as árvores que vivem nos cumes dos montes mais altos, sacudidas por muitos ventos e constantemente expostas à intempérie e a todas as inclemências, agitadas por fortíssimas tempestades e freqüentemente cobertas por neves, tornam‑se mais robustas que o ferro”.
Se vemos que submergimos, que as dificuldades ou a tentação são superiores à nossa capacidade de resistência, recorramos a Cristo: Senhor, salva‑me! E Cristo estender‑nos‑á a sua mão poderosa e segura, e passaremos incólumes por todos os perigos e tribulações.
O Senhor tem sempre a sua mão estendida, para que nos agarremos a ela. Nunca permite que nos afundemos, se fazemos o pouco que está ao nosso alcance. Além disso, colocou ao nosso lado um Anjo da Guarda, para que nos proteja de todas as adversidades e seja uma ajuda poderosa no nosso caminho para o Céu. Procuremos a sua amizade, recorramos a ele com freqüência ao longo do dia, peçamos‑lhe ajuda nas coisas grandes e pequenas, e alcançaremos a fortaleza de que necessitamos para vencer.
http://vidaespiritual.blogcatolico.com.br

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