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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Quero Ver a Deus !

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O desejo de ver a Deus será saciado se permanecermos fiéis à nossa vocação de cristãos, porque a solicitude de Deus pelas suas criaturas levou-o a estabelecer a ressurreição da carne, verdade que constitui um dos artigos fundamentais do Credo, pois se não há ressurreição dos mortos, nem Cristo ressuscitou, e se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação e também é vã a vossa fé. “A Igreja crê na ressurreição dos mortos [...] e entende que a ressurreição se refere ao homem inteiro”, incluído o seu corpo, o mesmo que tiver tido durante a sua passagem pela terra.

A liturgia transmite esta verdade consoladora em inúmeras ocasiões: nEle (em Cristo) brilhou para nós a esperança da feliz ressurreição. E àqueles a quem a certeza da morte entristece, a promessa da imortalidade consola. Ó Pai, para os que crêem em Vós, a vida não é tirada, mas transformada; e, desfeito o nosso corpo mortal, é-nos dado nos céus um corpo imperecível.
Deus espera-nos para sempre na sua glória. Que tristeza tão grande para aqueles que puseram toda a sua confiança neste mundo! E que alegria para os que sabemos que seremos nós mesmos, alma e corpo, que, com a ajuda da graça, viveremos eternamente com Jesus Cristo, com os anjos e os santos, louvando a Santíssima Trindade!
À luz do ensinamento da Igreja, vemos pois com outra profundidade que o corpo não é um mero instrumento da alma, ainda que receba dela a capacidade de agir e contribua com ela para a existência e o desenvolvimento da pessoa. Pelo corpo, o homem está em contacto com a realidade terrena que deve dominar, trabalhar e santificar porque Deus assim o quis. Pelo corpo, o homem pode entrar em comunicação com os seus semelhantes e colaborar na edificação e desenvolvimento da comunidade social. Não podemos esquecer também que o homem recebe através do corpo a graça dos sacramentos: Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo?
Somos homens e mulheres de carne e osso, mas a graça estende a sua influência ao corpo, diviniza-o de certo modo, proporcionando-lhe uma espécie de antecipação da ressurreição gloriosa. A consideração freqüente de que este nosso corpo, templo da Santíssima Trindade quando vivemos em graça, está destinado por Deus a ser glorificado, pode ajudar-nos muito a viver com a dignidade e a compostura de um discípulo de Cristo.
Peçamos a São José que nos ensine a viver um respeito delicado pelos outros e por nós mesmos. O corpo que temos na vida terrena também está destinado a participar para sempre da glória inefável de Deus.
Fonte: www.hablarcondios.org/meditacaodiaria.asp

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