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terça-feira, 13 de junho de 2017

Tornar-se pessoa

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“Tornar-se pessoa” é o titulo do livro do grande Carl Rogers, pesquisador, clinico e terapeuta que coloca a pessoa como artífice da própria mudança e capaz de ver dentro dela os próprios valores e conquista: somos os agentes de nós mesmos. E para isso Carl Rogers diz: ”As pessoas devem derrubar as falsas frentes, ou as máscaras, ou os papéis, com os quais encarou a vida.”
Isso é descobrir algo mais verdadeiro dentro de nós mesmos. Colocar de lado e ter coragem de tirar as próprias máscaras é assumir verdadeiramente os papéis na vida e não representar papéis em um palco de ilusões.

Vivemos e convivemos com pessoas e nunca sabemos quem são estas pessoas que estão ao nosso lado. E de repente nos surpreendemos com suas atitudes e reações e nos lamentamos: Ah! se eu tivesse bola de cristal! Vivemos este desafio de pessoas.
“A verdadeira praga do mundo hoje é a depressão, pessoas de todos os níveis, classes sociais, países são atingidas por ela. Ninguém é obrigado a se deprimir e deprimir os outros.” (Prof. Felipe Aquino) Muitas pessoas, levadas por essa situação, ainda não assumem as conseqüências e jogam sobre os outros os próprios fracassos não resolvidos. Muitas vezes as causas dessas situações são de fundo psicológico (problemas não resolvidos no passado), emocional e espiritual. Muitas vezes ficamos parados nas ”planícies da vida.” Na hora da enchente, porém, a planície é o primeiro lugar que se alaga.Temos que caminhar diante dos objetivos da vida. Quando ficamos presos às pequenas coisas do cotidiano, não progredimos na vida.
Ficar na planície é ficar remoendo os problemas da vida, ressentimentos, vida fácil onde nos enfraquecemos e daí surgem pessoas amargas, que só enxergam o lado negativo da vida. Quem não sabe para onde vai, não sabe aonde chegar. Em todo relacionamento existem conflitos, e ninguém pode considerar-se dono da verdade. Afinal de contas, a verdade nunca é relativa, nem subjetiva. Não existe a “minha verdade”. Nessa situação, um acaba protegendo os erros dos outros.
As limitações pessoais, cedo ou tarde, virão à tona. Somos chamados para brilhar, para tornar-nos pessoa de equilíbrio, honesta, verdadeira e alegre. Peça ao Senhor a graça de fazer a experiência do amor infinito que cura e restaura a vida e transforma a sua história.
Conta-se que, certa vez, um vaga-lume estava sendo perseguido por uma serpente. Após três dias de corrida, já cansado, o vaga-lume resolveu parar e perguntar para a serpente por que a perseguia: – Deixa eu fazer algumas perguntas a você. E ela respondeu: – Não é de meu feitio, mas diga.
O vaga-lume então perguntou: – Se você me persegue é porque quer me devorar, mas eu não faço parte do seu grupo alimentício.
A serpente respondeu que não, então o vaga-lume interrogou: - Eu lhe fiz algum mal para você no passado? À resposta negativa da serpente, o inseto quis saber por que a serpente a perseguia. E esta respondeu: – Por que você brilha, e seu brilho me incomoda.
Não podemos nos deixar levar pelos predadores, temos que ser nós mesmos. E quando o bem que fazemos incomodar certas pessoas, não retribuamos com ingratidão.
Padre José Cipriano Ramos Filho

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